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LG Watch Phone, o relógio do Dick Tracy




No melhor estilo detetive, o modelo coloca no seu pulso um belo celular 3G

Com pose de celular do futuro, o LG Watch Phone faz a alegria de quem sempre quis se sentir meio Dick Tracy, o detetive dos quadrinhos e do cinema. Esse modelo touchscreen de pulso tem todas as funções básicas de um telefone, como agenda de contatos, calendário, envio de torpedos e até player de música. E ainda serve para quem quer aprontar uma graça com videochamadas, pois tem conexão 3G. Mas nem a construção impecável e o estilo elegante fazem justiça ao preço exorbitante: 2.999 reais.

O grande mérito da LG foi conseguir transformar uma espécie de sonho geek numa coisa realmente útil no dia-a-dia de qualquer pessoa (endinheirada). A tela sensível ao toque de 1,4 polegada responde bem aos comandos com o dedo. No começo, os ícones com números e o teclado alfanumérico parecem muito pequenos, mas em poucos minutos você já se acostuma a digitar com velocidade e sem errar. Também não há nenhuma dificuldade em pilotar os menus, deslizando os dedos na horizontal e na vertical.

Existem cinco áreas de trabalho: relógio, perfis de usuário, chamadas de voz e vídeo, menu principal e uma última que se divide entre tocador musical, notas e calendário. A LG mandou bem na hora de adaptar essas ferramentas de organização a uma tela tão pequena. No fim das contas, a experiência é parecida com a que você tem num celular básico, com a vantagem da economia de espaço e da boa usabilidade. Não menos importante, a qualidade do áudio, em chamadas com o fone Bluetooth, é ótima.

Tem 3G, mas nada de web



Como era de se esperar, o LG Watch Phone não tem navegador, nem outras funções de internet. O 3G serve mesmo apenas para chamadas em vídeo, algo pouco utilizado no Brasil. Outro ponto negativo é a impossibilidade de ouvir música pelo fone Bluetooth que acompanha o aparelho. Logo se vê que multimídia não é sua praia, pois a memória interna dele é de apenas 80 MB – e, claro, não há espaço para colocar um cartão microSD. Uma pena, pois o som é surpreendentemente bom para um equipamento tão pequeno.

Deslizando com o dedo para cima e para baixo na tela principal, você troca o modo de visualização das horas. São oito estilos, incluindo simulações de sistemas analógicos, digitais com contagem visual de segundos e até opções para manter o horário de duas cidades do mundo sempre na tela. Todas essas frescuras gráficas pulando na tela de boa qualidade afetam diretamente a duração da bateria. Nos testes realizados pelo INFOLAB, ela suportou apenas 160 minutos, durante chamadas de voz.

A construção do relógio é um detalhe à parte. O material usado é aço inoxidável, coberto por vidro temperado. Ele é resistente a água, embora não suporte mergulhos. A pulseira é de couro rígido preto. Uma ferramenta que vem no pacote ajuda a abrir a tampa do aparelho, caso seja necessário retirar o SIM card. Para agilizar o acionamento de alguns comandos, há três botões na lateral – para fazer ligações, encerrar chamadas e voltar ao menu anterior.

Motorola Quench, com Android, chega em março


A oitava prova de que a Motorola está apaixonada pelo Android chegará ao Brasil ainda neste tremestre. Trata-se do Quench, que também é conhecido lá fora como Cliq XT, ou uma nova versão do DEXT.

Seguindo o caminho do DEXT, o Quench conta com a interface Motoblur, o Android redesenhado para Motorola focado em redes sociais – ou seja, pode esperar a versão 1.5 do sistema operacional, por enquanto. Mas o que ele deixou para trás em relação ao seu antecessor é o teclado QWERTY, o que deve diminuir um tanto o formato meio inchado do DEXT.

A tela tem 3,1 polegadas e conta com resolução de 320 por 480. A Motorola chama isso de alta resolução, mas nós acreditamos que falta um tanto para isso. O pacote de conexões é completo, com 3G, Wi-Fi e GPS, além de carregar uma câmera de 5 megapixels com flash de LED.

Mas talvez a grande novidade dentro do Quench seja a presença do aplicativo Swype para digitação. Sabendo que o mundo dos teclados QWERTY virtuais é cheio de reclamações e imperfeições, a Motorola apostou na novidade da empresa. O sistema, feito pelo criador do T9, usa reconhecimento de gestos. É só deslizar o dedo na tela e mantê-lo pouco tempo em cima da letra para selecioná-la. Dá para conferir um vídeo demonstrativo clicando aqui. Mas sabe o que é triste? O Quench brasileiro não terá o Swype.

Deixando a tristeza de lado, o Quench chega ao mercado em parceria com a TIM, até o final de março. Porém, sem preços confirmados nem nos planos, nem pelo aparelho desbloqueado.


Fonte: Info

Puma lança primeiro smartphone da marca


A marca esportiva Puma lançou seu primeiro smartphone durante a Mobile World Congress, evento sobre as novidades do mercado de celulares realizado na Espanha.

O Puma Phone tem uma pegada ambiental, já que o gadget conta com um carregador de bateria que funciona com a luz solar. As configurações até que não deixam a desejar. O aparelho possui conexão 3G, Bluetooth, tela sensível ao toque de 2,8 polegadas e câmera de 3,2 megapixels.

Além disso, o smartphone dispõe de GPS, USB 2.0 e recursos esportivos, como cronômetro, pedômetro e rastreador GPS – o aparelho também permite acesso a conteúdo exclusivo da fabricante de material esportivo.

O Puma Phone ainda não teve o preço divulgado, mas chegará ao mercado europeu em abril deste ano.

Fonte: Olhar Digital

Sony Ericsson W205 fala por um tempão

Celular básico tem bateria que aguenta 566 minutos em chamadas de voz

Se você quer um celular básico cuja principal finalidade seja fazer ligações, o Sony Ericsson W205 pode ser uma boa opção. Isso porque o ponto alto dele é a autonomia da bateria, que marcou 9 horas e 26 minutos em ligações sem recarga, durante os testes do INFOLAB. Além disso, o aparelho tem rádio FM e um player decente de música. Por causa do tamanho compacto e do peso de 89 gramas, ele cabe direitinho no bolso, sem incomodar. Desbloqueado, é possível encontrar o W205 por 299 reais.

Como era de se esperar, a configuração do modelo é simples de tudo: nada de 3G ou Wi-Fi. Para o tráfego de dados, o celular usa a rede EDGE. Com um sistema operacional proprietário, ele traz 5 MB de memória interna e possui slot para cartões no padrão M2, também proprietário da Sony Ericsson. Esse aparelho tem Bluetooth compatível com A2DP, para ligar fones de ouvido sem fio.

O player de música é bacana, mas, para usá-lo, é preciso inserir um cartão M2 para obter maior espaço de armazenamento. O tocador reproduz arquivos de áudio nos formatos MP3, AAC, WAV, M4A e AMR e vídeo em MPEG4 e 3GP. O rádio FM possui RDS e TrackID, um programa que identifica qual música está tocando no ambiente. Já o fone que acompanha o celular oferece conforto e som apenas razoáveis. A câmera de 1,3 megapixel serve para fotos e vídeos casuais, mas não espere imagens de qualidade.

Controles intuitivos



Com tela de 1,7 polegada, o Sony Ericsson W205 é confortável de manusear, por causa da boa ergonomia. As teclas são levemente onduladas, o que facilita a digitação. Entre seus controles, ele traz teclas de atalhos básicas para volume na lateral, e o botão multidirecional abaixo do visor comanda o tocador de música.

O visual desse aparelho é simples, com acabamento na cor branca e detalhes laterais em cinza. O W205 tem design slider – daqueles em que o teclado fica escondido. No quesito autonomia de bateria, esse modelo se saiu muito bem. Durante os testes, cravou 566 minutos em uso, um número de respeito. Confira no gráfico abaixo o desempenho de alguns concorrentes:

Duração da bateria (em minutos)
Barras maiores indicam melhor desempenho em chamadas

Sony Ericsson W205
566

Samsung Star
504

Motorola MotoCube A45
438

LG GT360
295

Fonte: Info

HTC Legend, o smartphone com cara de MacBook


No meio dos milhares de lançamentos durante a Mobile World Congress – você pode acompanhar a cobertura do evento clicando aqui – a HTC mostrou alguns smartphones que empolgaram. Entre eles está o HTC Legend, que além de uma configuração bacana, tem acabamento em uma única peça de alumínio. De quem você lembrou?

Seguindo o estilo dos MacBooks de alumínio, uma das séries de notebooks mais bonitas até então, o HTC Legend tem pinta de ser belo também. O acabamento aparenta ser de primeira e a construção em uma só peça de alumínio dá muito mais confiança para quem vive sem querer maltratando o celular.

Por dentro, o aparelho não deixa a desejar, já carregando o Android em sua versão 2.1 misturada com a interface Sense, bonita e fácil de usar, criada pela própria HTC. A tela tem 3,2 polegadas com resolução de 320 por 480 pixels e é feita de Amoled. A câmera é de 5 megapixels, e nós esperamos que ela siga o novo padrão de câmera de 5 megapixels que o Nexus One nos apresentou e que você ficará sabendo na próxima edição da INFO, nas bancas em 4 de março.

O processador não bate a casa dos gigahertz, mas tem 600 MHz, mesmo valor do iPhone 3GS, por exemplo. A memória interna continua nos megabytes, com apenas 512 MB, mas há um slot para cartões microSD. E como era de se imaginar, 3G, Wi-Fi, Bluetooth e GPS não ficaram de fora. O HTC Legend chega à Europa em abril, e nós aguardamos seu lançamento mundial.


Fonte: Info

HTC Touch2 usa e abusa dos aplicativos

Com Windows Mobile 6.5, modelo tem acesso ao Windows Mobile Marketplace

O Touch2, da HTC, faz parte da primeira leva de smartphones a desembarcar no Brasil com o Windows Mobile 6.5, a mais recente versão do sistema operacional da Microsoft. Uma das principais novidades da plataforma é o acesso ao Windows Mobile Marketplace, a loja de aplicativos online que segue o modelo da App Store, da Apple. O que logo salta aos olhos no Touch2 é a interface bastante intuitiva. Mas, infelizmente, o modelo ainda não dispensa por completo o uso da caneta stylus. Outro detalhe que diminui um maior entusiasmo com o Touch2 é o preço. Apesar de ser um smartphone de entrada, ele custa 1.499 reais.

Nas configurações, esse smartphone da HTC traz consigo a famosa trinca com 3G, Wi-Fi e GPS. O aparelho só vem com 512 MB de memória, expansível com cartões microSD. Por ter Windows Mobile, o Touch2 tem o pacote Office com Word, Excel, PowerPoint e OneNote. Ele também lê documentos em PDF e possui um atalho direto para os feeds de RSS.

O Touch2 traz também atalhos para serviços online como o YouTube e o buscador Bing, por exemplo. Outro detalhe bacana é a presença do aplicativo MyPhone. Ele sincroniza contatos, calendário, tarefas, mensagens, fotos, vídeos, música e documentos com o site http://myphone.microsoft.com.

A tela sensível ao toque de 2,8 polegadas do Touch2 é resistiva, o que torna quase uma tortura mexer nela só com os dedos. Não dá para abrir mão da canetinha stylus, o que nem sempre é muito prático. A interface TouchFLO com ícones no menu principal, presente em outros aparelhos da HTC, é bem intuitiva e torna a navegação mais fácil. O navegador Internet Explorer 6 mostra sites em tela cheia e é possível ampliar áreas selecionadas com dois cliques.

Diversão é com ele mesmo



No quesito diversão, esse smartphone manda bem. Isso porque ele roda uma grande variedade de arquivos de áudio e vídeo. No som, ele toca AAC, AAC+, eAAC+, AMR-NB, QCP, MP3, WMA, WAV, MIDI e M4A. Já no vídeo, reproduz WMV, ASF, MPEG-4, 3GP, 3G2, M4V e AVI. Ele também possui rádio FM e gravador de voz, e o player de música exibe as capinhas dos álbuns, o que facilita a visualização. A câmera do HTC Touch2 tem 3,2 megapixels e alguns recursos bacanas como ajuste de ISO e brilho, balanço de branco, faz fotos panorâmicas e montagem com duas fotos.

Na autonomia da bateria, esse modelo até que teve um bom desempenho perto de smartphones top de linha, como o HTC Hero e o iPhone 3GS, mas no geral foi apenas razoável. Confira nos gráficos abaixo como o Touch2 se saiu:

Duração da bateria em ligação (em minutos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Samsung Omnia II
718

HTC Hero
349

Apple iPhone 3GS
336

HTC Touch2
329

Vivaz, da Sony Ericsson, já está certificado pela Anatel


Com cara de vida real e sem muitos retoques, o smartphone Vivaz, da Sony Ericsson, foi fotografado e homologado pela Anatel, o que abre as portas para a chegada de mais um cameraphone no mercado brasileiro.

Mesmo nas fotos de baixa resolução e produção, dá para sacar que o aparelho tem um design interessante. Quando ele foi lançado, as fotos de divulgação empolgaram. E para quem não lembra do celular, ele conta com uma câmera de 8,1 megapixels localizada na parte traseira, mas a grande sacada dele é fazer filmes com resolução de 720 pixels, com 24 frames por segundo. No sistema operacional, um Symbian S60 em sua quinta edição.

Além disso, o Vivaz tem processador de 720 MHz, suporta até 16 GB de espaço por meio de um cartão microSD e entrada para fones no padrão de 3,5 milímetros. Na parte de conexões, Wi-Fi e A-GPS, sem 3G. Por fora, além do design descoladão, ele tem uma tela de 3,2 polegadas com resolução de 640 por 360 pixels, com a única ressalva do touchscreen ser resistivo. Por enquanto, ninguém da Sony Ericsson no Brasil quis nos contar mais sobre a novidade.


Fonte: info

Google conta a história do Nexus One


Em uma série de vídeos, o Google quer contar todo o processo de criação do Nexus One. E, beleza e marketing à parte, os pequenos filmes mostram como um aparelho sofre na hora de passar pelos testes de resistência.

O primeiro vídeo fala sobre o processo de criação e design do Nexus One. Erick Tseng, o homem por trás da criação do Nexus One, fala que o projeto já existia há dois anos. O segundo disseca a tela do aparelho, explicando o funcionamento de um display de Amoled e puxando sardinha para a resolução de 480 por 800 pixels.

Mas os vídeos mais interessantes são os números 3 e 4. Abusando também de ótimas imagens e boa trilha sonora, o terceiro filme mostra todos os processos de certificação do aparelho dentro da fábrica da HTC. Estão na lista os testes de queda, de simulação de resistência após contato com outros materiais no bolso, o número de cliques que o botão central aceita… E o quarto mostra a parte de produção do celular. Nós não prometemos maltratá-lo tanto assim, mas, como você já sabe, o Nexus One está entre nós e em breve será dissecado em um Review completo.

Confira abaixo os vídeos disponíveis até então:


Fonte: Info

Omnia II, o smartphone imortal da Samsung

Bateria do aparelho tem duração extraordinária, mas poderia ser mais rápido

O smartphone Omnia II, da Samsung, tinha tudo para ser o aparelho dos sonhos de muita gente. Sua configuração é impecável, com processador de 800 MHz, pacote completo de conexões e uma fenomenal tela de Amoled com 3,7 polegadas. Por fora, um design belo e enxuto. Para completar, sua bateria marcou um dos melhores valores já testados pelo INFOLAB e dá para levá-lo por 799 reais num plano de 100 minutos da Vivo. Porém, o Windows Mobile 6.5 pode desagradar a alguns usuários pela lentidão e falta sensibilidade na tela resistiva.

Logo de cara, ao bater o olho no Omnia II, é fácil confundi-lo com o Samsung Jét. As carcaças são idênticas, com acabamento de primeira, um belo formato e apenas três teclas - duas de ligação e um cubo no centro. Nas laterais, há botões para travar e destravar o aparelho, atalho para a câmera e comando de volume. A diferença mais sensível é que o Omnia II é maior, com medidas de 6 por 11,8 por 1,2 centímetros e 117 gramas, mas dá para levá-lo no bolso sem problemas.

Mas o que mais chama atenção no celular é a tela. Além de exibir cores extremamente vivas e fiéis, graças a sua construção em Amoled, ela tem 3,7 polegadas e resolução de 480 por 800 pixels. Essa é exatamente a mesma configuração de tela do Nexus One, o badalado smartphone do Google. A escolha de uma tela resistiva não foi das melhores, mas mesmo assim ela tem razoável resposta ao toque. E rodando vídeos e exibindo imagens, o Omnia II é craque.

Sistema devagar freia o aparelho



Por dentro, o Omnia II também leva outro componente essencial do Samsung Jét. Seu processador de 800 MHz é um dos melhores da atualidade. A memória RAM do modelo tem 256 MB, valor comum nessa categoria. E ele conta com 8 GB de espaço interno, além de um cartão microSD de 1 GB acompanhar o pacote. Com essa configuração, era de se esperar muita velocidade e facilidade de uso. O que deu errado?

O aparelho traz o sistema operacional Windows Mobile 6.5 misturado com a interface TouchWiz 2.0, desenvolvida pela Samsung. A TouchWiz vem lotada de aplicativos e widgets. Isso diminui tanto a velocidade do celular que você esquece todos os números potentes da configuração. Com vários aplicativos abertos, a lentidão é sensível nas atividades mais comuns, como abrir o browser, escrever mensagens e utilizar o acelerômetro, por exemplo. Ao navegar entre as áreas de trabalho, é preciso esperar os ícones carregarem para acessá-los. A interface de cubo, ativada pelo botão central, também apresenta lentidão.

Problemas de velocidade à parte, o Omnia II tem um belo pacote de aplicativos, com o Office Mobile mais atual, que lê arquivos até do pacote Office 2007 e o Adobe Reader. Há também acesso à loja de aplicativos Windows Marketplace for Mobile, além de widgets para o YouTube, Facebook e Messenger. Vem, ainda, o aplicativo Midomi para reconhecimento de músicas e uma licença de um ano para o ótimo aplicativo de navegação Route 66.

Meio dia falando longe da tomada



Mesmo com um pacote de conexões impecável, com 3G, Wi-Fi, A-GPS e Bluetooth, e uma tela enorme cheia de cores, a bateria do Omnia II assusta de tão resistente. Foram 718 minutos, ou praticamente 12 horas em ligação, um dos melhores números já marcados no INFOLAB. Para se ter uma ideia, o último smartphone que quebrou a barreira dos 700 minutos nos testes do INFOLAB foi o HP iPAQ 510, no longínquo ano de 2007, que anotou 710 minutos.

Duração da bateria em ligação (em minutos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Samsung Omnia II
718

LG GW620
536

Motorola Milestone
397



Na caixa do Omnia II, alguns periféricos acompanham o aparelho. Além de uma canetinha para acionamento da tela sensível ao toque, um fone de ouvido intra-auricular com controle de volume e uma capa protetora estão presentes. O preço do Omnia II desbloqueado é 1.599 reais, mas dá para levá-lo por 799 reais no plano Você 100 com pacote de dados de 250 MB, da Vivo, ou por 1.299 reais no plano 120 da Claro, sem pacote de dados.

Fonte: info

Na mão: O Nexus One está entre nós

Terráqueos, extraterrestres, jogadores de World of Warcraft e geeks de todo o universo querem saber: o Nexus One é realmente o smartphone do futuro? Tivemos a honra de recebê-lo no INFOLAB, com direito a rodinha de curiosos ao seu redor. E, em pouco tempo de contato, já dá para dizer que… Confira.

A beleza do Nexus One é realmente impressionante. Mesmo com as belas fotos do aparelho, virtualmente ele parece mais um smartphone da HTC com um design mais descoladinho. Porém, ao pegá-lo, é fácil sacar que o smartphone do Google é coisa fina. Seu formato arredondado com uma telona de 3,7 polegadas tem acabamento de primeira, além de ser fininho e caber no bolso de qualquer um.

Ligando o Nexus One e curtindo o X colorido que aparece, já é possível perceber a beleza das cores. Pudera, já que a tela de 3,7 polegadas tem 480 x 800 pixels de resolução e é construída em AMOLED. Tocando em sua superfície, a coisa só melhora. A resposta da tela sensível ao toque capacitiva é de primeira, captando todos os detalhes do menor movimento dos dedos. A versão que estamos testando no INFOLAB não tem ainda o recurso de multitoque, mas o Google já liberou uma atualização com o suporte.

Mas o que mais impressiona no Nexus One é sua velocidade. Abrir aplicativos, navegar na web, passear pelas áreas de trabalho, escrever, tudo é feito com uma resposta quase instantânea, efeito de seu processador Snapdragon, da Qualcomm, de 1 GHz. Assistir a vídeos no YouTube também é um caso à parte, juntando a beleza da tela com a rapidez do processador.

Depois de toda essa babação, você deve estar se perguntando: “então ele é realmente um superphone, como o Google diz?”. Nós acreditamos que criar uma nova categoria, com um nome pretensioso como esse, não é o ideal para o Nexus One. Ele não tem nada exatamente revolucionário, mas usa tudo que a tecnologia atual tem de melhor, desde o sistema operacional Android 2.1, passando pela tela de AMOLED e pelo processador.

A segunda pergunta que você deve estar querendo fazer é: “e ele agora é o celular a ser batido? Steve Jobs pode entrar em pânico?”. Pensando que o iPhone criou uma categoria de celulares e que o aparelho recebeu várias “homenagens” em outros modelos parecidos, podemos dizer que o Nexus One é o mais próximo, talvez até superior, smartphone a peitar o iPhone de frente. Mas isso apenas no que diz respeito ao hardware. Tudo depende de seu preço, qualidade de chamada, resposta ao uso diário etc. E alguns desses detalhes nós daremos apenas em um Review completo, né?

Confira então uma galeria de imagens do smartphone do Google:

O misterioso X do Nexus One

A parte de trás e sua câmera de 5 megapixels

Rodando o vídeo "Ninja's Unboxing", propaganda do aparelho

As curvas do Google Phone

O encontro de duas gerações: Nexus One lado a lado com seu avô, o HTC G1

E o encontro dos concorrentes, de forma amistosa


Fonte: Info

BlackBerry Bold 9700 chega ao Brasil

A Research In Motion, mais conhecida como RIM, e mais conhecida ainda como a fabricante dos BlackBerries, anunciou em parceria com a Claro o lançamento de seu mais recente smartphone em território nacional. Trata-se do Bold 9700.

As especificações estão dentro do padrão de um bom smartphone atual, com GPS, Wi-Fi no padrão b/g e 3G. O único ponto mais fraquinho fica na câmera, de apenas 3,2 megapixels. A tela, de 2,4 polegadas, tem resolução de 480 por 360 pixels. Por fora, um teclado QWERTY já bem característico na linha BlackBerry e um trackpad sensível ao toque.

Na parte interna, o Bold 9700 tem processador de 624 MHz suporte para microSDs de até 16 GB. O preço do aparelho desbloqueado ainda é um mistério, mas seu valor no plano Claro 300 mais o plano BlackBerry ilimitado será 849 reais.


Fonte: info

Motorola anuncia mais um Android nos EUA

Continuando sua saga épica de amor e parceria com o Android, a Motorola anunciou nos EUA seu novo smartphone, o Motorola Devour. Com cara de mashup de dois aparelhos da marca, ele será vendido pela Verizon.

A mistura dos aparelhos é visível por dentro e por fora. Na parte externa, o Devour parece um filhote do Milestone, com teclado QWERTY deslizante de quatro linhas e tela sensível ao toque capacitiva com 3,1 polegadas. Mas dá pra ver claramente que o material utilizado não deve ser o mesmo do Milestone.

E, por dentro, dá para sacar que o Devour é filho do Milestone com o DEXT. A interface escolhida é o Motoblur, aquele Android repaginado para quem não larga as redes sociais. E para completar, a versão do sistema operacional que embarca o aparelho é a 1.6, e não a 2.0, como o Milestone, nem a 2.1, como o Nexus One.

Para completar, ele já conta com um cartão microSD de 8 GB. A Verizon não liberou ainda o preço do aparelho desbloqueado e deu apenas os valores dentro de seus planos mirabolantes. E, como era de se esperar, ele não tem previsão alguma de chegada ao Brasil.

Fonte: Info

Nexus One recebe atualização para multitoque

Depois de um mês da estreia de seu smartphone, o Google mostrou que está correndo para não ficar atrás da Apple. Preferências pessoais à parte, o Nexus One caiu no conceito de muita gente por dar as caras com tela sensível ao toque, mas sem recurso de multitoque. Mas como é melhor tarde do que nunca, uma atualização de software chegou para tentar resolver o problema.

O recurso por enquanto será usado para dar zoom no Google Maps, browser e galerias, e no futuro deve ser usado em games e aplicativos, como no iPhone. O enigma, no entanto, permanece: por que o Nexus já não veio das fábricas direto com multitoque?

Nenhuma voz oficial se pronunciou, mas os especuladores de plantão sugerem que pode ter sido por uma razão muito simples, as patentes. Segundo a blogosfera, a Apple teria patentes para multitoque, e o Google a princípio hesitou se valeria a pena ou não usar o recurso, mas resolveu arriscar.

E nessa jogada, Mountain View também aproveita para tentar resolver uma reclamação constante a respeito da rede 3G. Fóruns, blogs e sites estavam cheios de gente afirmando que a rede do Nexus não estava pegando em alguns lugares e deixando vários usuários na mão. O Google promete que a atualização de conectividade 3G vai dar um tapa na rede, o que, se der certo, deve inflar bastante o ego do smartphone.

O aviso oficial está no blog do Nexus One.

Fonte: Info

Concorrência em smartphones vai se acirrar

Peter Chou, CEO da HTC, exibe Google Nexus One: mercado de smartphones cresceu 30% no quatro trimestre de 2009.

HELSINKI - A expansão na demanda por smartphones novos e mais baratos ajudou a alimentar uma recuperação no mercado de celulares como um todo, no final do ano passado, mas a rivalidade por uma participação nesse lucrativo negócio será feroz em 2010, com a chegada de muitos fabricantes novos ao mercado.

"O mercado de celulares inteligentes será muito competitivo em 2010", disse o analista Neil Mawston, do grupo de pesquisa Strategy Analytics (SA), "A guerra dos celulares inteligentes será boa notícia para os consumidores, mas a feroz competição inevitavelmente pressionará os preços e margens de lucro dos produtores", disse ele.

Os grupos sul-coreanos Samsung Electronics e LG Electronics, segundo e terceiro maiores fabricantes mundiais de celulares, planejam elevar fortemente suas vendas muito baixas no segmento de celulares inteligentes, enquanto novos concorrentes como Huawei e Dell reforçam suas linhas.

"Um influxo de novos concorrentes, uma oferta excessiva de aparelhos e políticas de preço agressivas vão prejudicar as margens de lucro", disse Geoff Blaber, analista da CCS Insight.

A HTC, quarta maior marca mundial de celulares inteligentes, informou na semana passada que será uma das primeiras a sofrer com a competição mais intensa, ao anunciar uma projeção de queda em sua margem bruta de lucro no primeiro trimestre de 2010.

"As companhias com oferta estreitamente integrada entre serviços e aparelhos - como Apple e RIM - serão as vencedoras em 2010", disse Blaber.

A Strategy Analytics informou hoje que o mercado de smartphones cresceu 30% no quatro trimestre de 2009, ante o total do período um ano antes, com vendas de 53 milhões de unidades, o mais alto total já registrado.

O crescimento foi parte da recuperação geral do mercado no trimestre, graças à melhora na economia mundial. A SA estimou que o mercado de celulares tenha registrado alta de 10% ante o período em 2008, revertendo quatro trimestres de contração.

Fonte: info

Firefox lança versão 1.0 mobile


A Mozilla lançou ontem a sua primeira versão do browser Firefox para celulares.

O navegador pode ser completamente integrado com o seu PC através de uma ferramenta chamada Weave Sync.

Com ela, você pode navegar no desktop e, quando mudar para o smartphone, encontrará tudo o que acessou à sua espera: as abas, histórico, favoritos e até mesmo as senhas.

Dessa forma, a empresa pretende facilitar a vida do usuário de internet em celulares: com as principais informações armazenadas, diminui a necessidade de se ficar digitando nos pequenos teclados dos smartphones.

O projeto está sendo lançado em parceria com o Nokia900, e o Flash ainda é experimental, mas pode ser ativado nas configurações.

Fonte> Info

HiPhone vira iPad nano na Santa Ifigênia

HiPhone brilha na Santa Ifigência: iPad nano

O frisson causado pela apresentação do iPad, esta semana, virou argumento de vendas para stands e camelôs que atuam na tradicional região de eletrônicos no centro de São Paulo.

Quem visitou as ruas da região da Santa Ifigênia, esta semana, ouviu vendedores oferecendo a cópia asiática do iPhone como um iPad nano. O argumento é, evidentemente, uma piada baseada no fato do iPad ser muito parecido com um iPhone, porém com tela de 9,7 polegadas.

O HiPhone é uma cópia do iPhone com várias limitações de qualidade, como tela pouco sensível ao toque (o usuário precisa apertar a tela com força), imagens em baixa resolução e hardware de baixa qualidade. O preço do HiPhone varia entre R$ 200 e R$ 300 no comércio informal.

O HiPhone aceita dois chips GSM e sintoniza TV analógica, recursos que o iPhone não possui.

Fonte: Info

Crystal, o smartphone fantasma da LG


Para aqueles que prezam um design mais descolado e não abrem mão de uma configuração respeitável num celular, o LG Crystal GD900 conta com o primeiro teclado translúcido, feito em vidro temperado. O aparelho manda bem nas conexões, com Wi-Fi, 3G e cara de smartphone. Porém, por 1 549 reais num plano de 100 minutos da Vivo, não seria demais cobrar um GPS e uma câmera mais decente. Além disso, é bom notar que não se trata de um verdadeiro smartphone, já que o sistema operacional proprietário da LG não conta com um grande acervo de aplicativos.
Fechado, o Crystal lembra o LG Arena. Porém, ao deslizar o teclado para a posição de digitação, a grande novidade do aparelho dá as caras. O teclado transparente dá a sensação de ser feito com o mesmo material do avião invisível da Mulher Maravilha. Deixando a fantasia de lado, além da beleza da translucidez com iluminação azul, ele funciona como uma tela sensível ao toque secundária, com reconhecimento de gestos e escrita, além de ótima resposta aos comandos.

O curioso é que a tela principal do smartphone também é sensível ao toque. Além de ter 3 polegadas, ela é capacitiva e tem boa resposta e aceita múltiplos toques simultâneos. Porém, o teclado físico não é dispensável, já que a resposta do teclado virtual não é a ideal. O problema é que, na hora de utilizar as duas superfícies sensíveis ao toque é fácil ficar confuso. Cada gesto muda a interface ou abre um novo widget ou campo de mensagem.

O pacote de conexões segue quase o padrão de um bom smartphone atual, mas peca em um detalhe. Apesar das ótimas presenças das conexões 3G, Wi-Fi no padrão b/g, Bluetooth e rádio FM, a ausência de um GPS integrado é muito sentida. Um dos pontos positivos do hardware do aparelho é seu espaço interno de 1,5 GB, expansível para até 32 GB por meio de um cartão microSD.

Acabamento de primeira



Não é só por fora que o Crystal lembra o outro smartphone da marca, o Arena. Por dentro, o sistema operacional S-Class Touch aparece mais uma vez, com sua interface de cubo e quatro telas principais: contatos, atalhos, multimídia e widgets. Esta última continua contando apenas com aplicativos básicos, como calendário, horário mundial e previsão do tempo.

Mesmo não sendo tão rica em recursos, a interface não seria motivo de reclamações se não fosse sua constante lentidão. Ações que deveriam ser comuns, como abrir widgets e movimentar a tela com o acelerômetro, engasgam em certos momentos, causando incômodo se você estiver realmente com pressa. Já o browser trabalha muito bem em parceria com a tela multitoque e o teclado transparente funcionando como mouse, mas não conta com suporte a Flash.

Por fora, como era de se esperar, o design do aparelho não decepciona. A construção toda em plástico pode causar certa dúvida. Mas, ao segurá-lo, é fácil sacar que ele tem ótimo acabamento. O teclado deslizante é firme e não tem cara de que dará dor de cabeça ao usuário. E, obviamente, o vidro temperado transparente dá um ar futurista ao Crystal.

Muitos megapixels, pouca qualidade



A maior decepção do LG Crystal é sem dúvida sua câmera embutida. Ao ler as especificações do aparelho, é fácil se empolgar com o sensor de 8 megapixels com flash de LED. Mas, na hora de sair por aí clicando, as fotos apresentam ruído excessivo. Quando o flash é necessário, a qualidade cai ainda mais. Para efeito de comparação, o Samsung Pixon e o LG Renoir têm o mesmo número de megapixels, mas produzem fotos com qualidade muito superior.

O player multimídia agrada pela facilidade de uso. O áudio do aparelho tem ótima resposta tanto para ouvir música quanto para ligações, com som límpido e claro. Na hora de rodar vídeos, o único detalhe chato é que o celular aceita apenas arquivos DviX e XviD convertidos por um software específico da LG, que acompanha o aparelho num CD.

O Crystal exibe documentos do pacote Office, da Microsoft, na versão 2003 e anteriores, além de mostrar arquivos no formato PDF. Nos testes de bateria do INFOLAB, o modelo aguentou 406 minutos em ligação, valor mediano para a categoria de smartphones.

Duração da bateria (em minutos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

LG GW6220
536

Sony Ericsson Satio
428

Samsung Galaxy
428

LG Crystal GD900
406


Fonte: Info

Nexus One pode chegar no segundo semestre


O novo smartphone do Google, o Nexus One, pode chegar ao Brasil no começo do segundo semestre, de acordo com Alexandre Hohagen, presidente da empresa no Brasil.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o executivo afirmou que o Brasil só foi excluído da primeira fase de lançamento por causa dos preços altos dos planos de dados praticados por aqui.

Hohagen também afirmou que o objetivo do Nexus One é competir diretamente com o iPhone no mercado de aparelhos com acesso à internet.

O plano de negócios do Google envolve a venda de aparelhos desbloqueados, que funcionam com qualquer chip, e em parceria com as operadoras do país.

Lançado no último dia 5 de janeiro, o smartphone vem com a última versão do sistema operacional Android, a 2.1. Ele é vendido diretamente pelo site do Google por US$ 529, na versão desbloqueada, e por US$ 179, subsidiado pela T-Mobile no contrato de dois anos.

Comentário: Esse será o CELULAR !!!!

Fonte: Info

Inspirado em Last.fm, YouTube lança ´disco´


Novo projeto de criação de listas musicais do YouTube: com o atalho ´disco´, usuário tem a comodidade de criar uma playlist de acordo com seu gosto musical

O YouTube iniciou os testes de um novo projeto de criação de listas musicais, sugerindo canções e artistas relacionados dentro de uma página especial.

Já disponível na rede com o atalho “/disco”, o experimento remete a consagrados sites de streaming, porém musicais, como Pandora e Last.FM.

O funcionamento, em suma, é baseado em dados cruzados de artistas. Ao digitar um grupo musical na barra de buscas, o usuário acessa uma lista de videoclipes e captações de shows desta banda, bem como a de artistas com um gênero parecido.

Para organizar a miscelânea, há duas abas intituladas de “coletânea pessoal” e “artistas relacionados”. Deste modo, quando o internauta buscar por “Tom Jobim”, por exemplo, encontra uma lista de vídeos musicais do compositor no primeiro espaço; já no outro, ao lado direito, se depara com trabalhos de outros grandes nomes da MPB, como João Gilberto e Caetano Veloso.

Na parte superior direita também há um espaço para descrição do artista, extraída do All Music Guide, que serve para localizar e descobrir novos artistas, de acordo com o gosto pessoal de cada um.

O site, que carrega o gigantesco nome oficial de YouTube Music Discovery Project and Creation Tool, pode ser usado por todos os usuários.

Fnte: Info

Samsung Star X Nokia 5530

Os celulares touchscreen que viraram febre encaram os testes do INFOLAB

Entre no metrô e procure alguém deslizando o dedo pra lá e pra cá numa tela de celular. Encontrou? Então é bem provável que o objeto de diversão do sujeito seja um Nokia 5530 ou um Samsung Star.

Os dois modelos estão entre os responsáveis por tirar o touchscreen do Olimpo dos smartphones e trazer a tecnologia para modelos acessíveis – o Star custa 599 reais, enquanto o 5530 sai por 699 reais.

Mas e aí, qual deles é o melhor? Para tirar a prova, colocamos os aparelhos lado a lado no INFOLAB e promovemos uma disputa em cinco rounds. Veja abaixo um resumo de como foi essa batalha.

Confira também os testes completos:
Samsung Star
Nokia 5530

Round 1: Configuração
Eles são básicos, mas nem tanto. Enquanto o Star aposta num sistema proprietário cheio de widgets, o 5530 joga com Symbian e muitas funcionalidades: Wi-Fi, cartão de memória quatro vezes maior (4 GB) e conector P2 para fone de ouvido rendem à Nokia um 8,0 a 6,0.

Round 2: Usabilidade
Já dissemos que o Symbian não combina com touchscreen? Então reafirmamos. O sistema é muito bom e cheio de opções de personalização, mas patina ao exigir a caneta stylus para digitar textos. Melhor para a Samsung, que manda muito bem com sua tela de 3 polegadas e um programa mais intuitivo. 8,0 a 7,8.
Round 3: Diversão
As câmeras de 3,2 megapixels de ambos são praticamente idênticas, mas a do Nokia tem flash. O 5530 ganha ainda na interface do player de música e nos recursos de podcast e gravador, que funcionam muito bem. 8,0 a 7,8.

Round 4: Bateria
No duelo que é pura matemática, o Star ganha com folga. Ele aguentou 504 minutos em nossos testes com chamadas de voz, enquanto o Nokia segurou as pontas por apenas 262 minutos. Em notas, 7,8 a 6,8.

Round 5: Design
O brinquedo da Samsung corre para tirar a diferença no design. O aparelho preto tem visual simples, mas ótimo acabamento. Já o 5530 peca pelo material frágil, principalmente o usado na tampa. 7,9 a 7,2 para o Star.

Placar final: Na soma dos pontos, temos um 7,8 a 7,5. E o vencedor é o Nokia 5530!

>> Não entendeu nada dessa conta? Então veja os pesos de cada critério: 20% para configuração, 20% para usabilidade, 25% para diversão, 15% para bateria e 20% para design. E a Nokia ganha 0,2 ponto na nota final pelo bom desempenho na Pesquisa INFO de Marcas 2009.
Fonte: Info

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