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eVouse quer ser o mouse do futuro

Ah, o futuro. Que belo local ele deve ser, cheio de carros voando, jetpacks, iPads e pessoas conversando pelo Google Wave. E caso você ainda use uma tela e um mouse para se conectar ao mundo, talvez você use um eVouse, fruto da mente do designer Marcial Ahsayane.

A ideia é um mouse em formato de V, todo descolado, que além de deixar você navegar por aí e clicar em sua superfície sensível ao toque com um mix de cores preta e verde, possa ser usado também como uma caneta para desenho, para delírio de todos os designers do futuro.

Curiosamente, Ahsayane escolheu o logo da Microsoft para acompanhar o produto. Talvez porque ela seja boa em periféricos e coisas do tipo, mas vamos concordar que ela não é a marca dos sonhos dos desenhistas de 2047. E, como já sabemos, esse conceito por enquanto não existe fisicamente, mas ficamos no aguardo da revolução do eVouse.


Fonte: info

Impressora usa lápis no lugar de tinta

Impressoras não costumam ser o maior exemplo de economia de papel ou até mesmo de tinta. Mas essa imagem está para mudar com a nova versão criada em cima do acessório convencional. É a Pencil Printer, um conceito criado pelo designer Hoyanga Lee que imprime conteúdos usando grafite de lápis.

O aparelho usa lápis comum ao invés de tinta. O sistema consiste, basicamente, em separar a madeira do grafite dentro da impressora, para então utiliza-lo para imprimir os documentos. A impressora, se começar a ser produzida em série, pode modificar a tecnologia usada pelo segmento.

Outro ponto interessante da Pencil Printer é que além de imprimir, ela também é capaz de apagar o conteúdo impresso. Basta colocar uma borracha no compartimento interno do aparelho.

A Pencil Printer ainda não está sendo produzida para o comércio.


pencil printer


pencil printer

Fonte: Olhar Digital

Teclado Microsoft Arc impressiona com curvas


Diante da quantidade de novidades da CES deste ano, o brilho do novo teclado da Microsoft ficou um pouco apagado. Mas, em 29 dias, o Arc, como ele é chamado, chega ao mercado americano com promessas de revolucionar o design do setor.

Isso porque a Microsoft deu um drible na tradição espartana do mercado de teclados e colocou algumas curvas no Arc - exatamente para que ele pudesse formar um par com o mouse Arc (outro que já deixou muita gente babando).

Em vez de Bluetooth, o dispositivo tem um receptor wireless de 2,4 GHz e um sistema que indica quando a bateria está dando seus últimos suspiros.

Nos Estados Unidos, o teclado Arc chega em 21 de fevereiro pelo preço de 59,95 dólares.

Fonte: Info

USB 3.0 vai exterminar a interface eSATA

Asus P6X58D Premium: uma das primeiras placas-mãe com portas USB 3.0

Asus P6X58D Premium: uma das primeiras placas-mãe com portas USB 3.0

A porta eSATA, encontrada hoje nos micros avançados, deve se tornar obsoleta com a popularização da interface USB 3.0.

O padrão USB 3.0 começa a fazer suas primeiras aparições em computadores, unidades de disco externas e pen drives. Na feira CES, que aconteceu em Las Vegas no início deste mês, houve várias demonstrações dessa nova interface. Asus e HP, por exemplo, exibiram notebooks equipados com USB 3.0. A nova porta promete velocidade máxima de até 5 Gbps, contra 480 Mbps da USB 2.0. Ao menos na teoria, o ganho de velocidade pode passar de dez vezes.

Um arquivo com um vídeo de 6 GB demoraria mais de duas horas para ser transferido via USB 1.0. Se a porta for USB 2.0, o tempo cai para pouco mais de 3 minutos. Com a USB 3.0, será de cerca de 20 segundos. Para conseguir isso, o cabo USB 3.0 tem oito fios em seu interior, em vez dos quatro usados nos cabos USB 2.0 e 1.x. Mas as novas portas serão compatíveis com os dispositivos hoje existentes. Além do ganho de velocidade, a USB 3.0 terá mais eficiência energética, consumindo pouquíssima eletricidade quando o dispositivo conectado não precisar dela.

Além de estar presente em praticamente 100% dos computadores, a porta USB está virando padrão para conexão de dados e energia em celulares e outros dispositivos móveis. O USB Implementers Forum (USB-IF), grupo de fabricantes que desenvolve essa tecnologia, calcula que haja 6 bilhões de portas USB em uso. A empresa de pesquisas de mercado InStat, bastante mais conservadora, fala em 3,4 bilhões. A USB 3.0 deve começar, aos poucos, a ocupar uma parcela desse mercado. Mas isso não vai acontecer de repente. Ainda hoje, 29% dos dispositivos em uso são USB 1.1, como você pode ver no gráfico abaixo. Vale observar, também, que o Windows 7 ainda não suporta USB 3.0 nativamente. Esse recurso deverá estar no primeiro service pack do sistema operacional, que deve chegar, talvez, no final deste ano.

instat-usb30

E o que vai acontecer com as portas FireWire e eSATA? A FireWire (IEEE 1394) não vai sair de cena tão cedo. Ela é preferida em aplicações profissionais que envolvem transferência de áudio e vídeo. Em estúdios de gravação, por exemplo, é o padrão. E, claro, conta com o forte apoio da Apple, sua inventora. Mas pode se tornar menos atraente quando a USB 3.0 se disseminar e, aos poucos, ir perdendo importância. Já a eSATA tem um futuro nada animador. Essa interface vem sendo usada para a conexão de unidades de armazenamento externo em PCs, além de ser encontrada em receptores de TV. Mas ela é menos versátil que a USB. Não fornece alimentação elétrica ao dispositivo e nunca se tornou realmente popular. Sua velocidade máxima atual é de 3 Gbps. Uma versão de 6 Gbps está prevista para o segundo semestre. Mas é provável que seja tarde demais. Até lá, a USB 3.0 já será mais comum e a eSATA será totalmente dispensável.


Fonte: Info

Satélites mapeiam Haiti pós-terremoto

Projeto mundial auxilia Haiti a mapear o país após o terremoto.

O evento que atingiu a capital Porto Príncipe no dia 12 foi seguido de uma série de tremores menores que completaram a destruição da cidade.

Eventos como esse podem desatualizar os mapas até então utilizados, dificultando os resgates e trabalhos em solo.

As equipes de auxílio trabalhando no Haiti fizeram um apelo por imagens de satélites que pudessem ajudar os trabalhos e recebeu resposta do Projeto Charter – uma convenção internacional que reúne diversas entidades com acesso às imagens produzidas pro satélites.

Os dados estão sendo coletados por equipamentos como ALOS, CNES e Spot-5, do Japão, WorldView e QuickBird, dos Estados Unidos, RADARSAT-2, do Canadá, e ERS-2 e Envisat, da Agência Espacial Européia(ESA).

Ontem a ESA divulgou o primeiro mapa resultante desse projeto, que permite, entre outras coisas, localizar as áreas mais afetadas eos melhores locais para construção de postos de atendimento.

Fonte: Info.Abril

Minority Report na vida real

Alinhar ao centro

Se você assistiu a esta cena do filme "Minority Report" e pensou um dia fazer o mesmo que Tom Cruise, então dê uma olhada no Light Touch, projetor interativo com respostas bastante precisas ao toque dos dedos.

O produto usa trackeamento por laser holográfico e projeta uma imagem de 10 polegadas em qualquer superfície lisa. Aí, você pode controlar e movimentar qualquer objeto virtual. O laser ainda garante o foco independentemente da distância, já que ele consegue identificar a distância exata da superfície projetada.
Assista ao video-demonstração abaixo e veja que a ficção científica já chegou no seu dia-a-dia.



Fonte: Olhar Digital

Hotel espacial

Ao entrarmos na nave duas portas automáticas fecham-se automaticamente. O interior é asséptico e frio com paredes curvilíneas de um branco brilhante. Enquanto isso, pela janela, podemos observar o planeta Terra a girar imperturbável lá em baixo. Pela descrição parece que estamos a viver uma cena do filme 2001 – Uma Odisseia no Espaço, e só faltaria mesmo a voz monocórdica do supercomputador HAL para ser verdade. Mas não se trata de ficção científica. Tudo isto está prestes a concretizar-se sob a forma de um hotel espacial. O espaço tornou-se mais acessível - para quem o puder pagar, claro.

Um hotel suspenso no espaço será necessariamente diferente de todos os hotéis da Terra. A vida a bordo não será muito fácil, pois terá de obedecer a certas exigências comuns às missões espaciais e ao cinema de ficção científica. Para os hóspedes se movimentarem, por exemplo, deverão usar roupas com velcro para se agarrarem ao chão e às paredes. Tomar banho em gravidade zero exclui os duches; para ultrapassar esta dificuldade os passageiros terão ao seu dispor um spa com bolhas de água flutuantes. Mas tudo isto é recompensado pelo espectáculo do nascer do Sol repetido quinze vezes por dia, pois a nave dá uma volta inteira à Terra a cada 80 minutos.

O projecto promovido pela empresa Galactic Suite parece, à primeira vista, utópico. Na verdade este hotel possui apenas capacidade para quatro pessoas além dos dois astronautas/pilotos da tripulação. Cada uma delas terá de pagar 4 milhões de dólares por uma estadia de três noites que inclui também um curso de dois meses de preparação e treino - uma quantia literalmente astronómica! Segundo os cálculos dos promotores, há no mundo apenas 40 000 pessoas com poder económico suficiente para se tornarem potenciais clientes deste hotel.

Xavier Claramunt, antigo engenheiro aeroespacial e fundador da empresa, já revelou que está em conversações com empresas de diversos países, como os Emirados Árabes Unidos e os EUA, e ao que parece já há clientes interessados em passar três noites lá no alto: 200 pessoas já demonstraram interesse no projecto e outras 43 pessoas já reservaram efectivamente a sua viagem. Haja dinheiro. A inauguração está prevista para 2012.


Fonte: Reuters

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