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Conheça as melhores webcams do mercado



Selecionamos quatro modelos dos principais fabricantes que possuem representação no Brasil. São eles: a Microsoft, com sua Lifecam VX-7000, a Philips, com o modelo SPC1030, Leadership Webcam Magnética 3819 e a Multilaser Vision WC44100.

Imagem é tudo. Então começamos nossa análise pela qualidade de imagem de cada modelo. A Philips tem um recurso exclusivo. Sua lente é grande angular. Isso significa que a webcam tem um enquadramento mais aberto, conseguindo pegar mais pessoas ou objetos na mesma imagem. A qualidade é boa, mas os ajustes automáticos de iluminação e cor priorizam o assunto principal. Ou seja: a câmera faz de tudo para que o seu rosto fique claro e com uma cor legal, mesmo que para isso ela precise deixar o fundo claro demais.

O modelo da Microsoft também se saiu muito bem nos testes de imagem, porém seu ângulo de visão não é tão aberto quanto o da Philips. A resolução de 2 megapixels chega a ser quase um luxo quando se fala de uma webcam.

O modelo da Multilaser se saiu bem em ambientes claros. No escuro, a qualidade ficou apenas aceitável, com pouca cor. A resolução é de 480 pixels. Não vai atrapalhar o bate-papo, mas pode deixar a desejar caso você queira gravar um vídeo para subir no Youtube, por exemplo.

Por último, testamos a webcam da Leadership, que tem como principal apelo o visual. A imagem produzida por ela, no entanto, deixou a desejar em todos os aspectos: o ângulo de captura é muito fechado, a imagem tem muito ruído e a resolução é a mais baixa de todas: 350 pixels. No escuro, a webcam não conseguiu capturar nem o vulto da pessoa à frente do monitor.

Elas são câmeras, mas também captam sons. Nessa categoria, a Philips e a Microsoft saíram na frente. Se a intenção é apenas bater papo, o microfone embutido desses dois modelos dispensa a necessidade de um microfone externo. Nos modelos da Multilaser e Leadership, a qualidade do microfone embutido não agradou. Ele é baixo e com pouca definição. Ou seja, com essas duas, é bom pensar em usar um microfone separado.

O software pode fazer uma boa diferença no uso da sua webcam. Mais uma vez, os modelos da Microsoft e da Philips foram os melhores, em especial a Microsoft que possui um software com uma interface agradável e vários efeitos legais. Em alguns deles, o programa é capaz de identificar a posição do rosto da pessoa na imagem e adicionar máscaras, chapéus e outras firulas em tempo real. Dá pra usar tudo isso no seu comunicador instantâneo. O da Philips também possui uma interface bastante intuitiva e efeitos bacanas, mas, atençã ela não funciona no MSN e nem no Skype.

A Multilaser não parece ter se preocupado muito com o visual do software, que possui um nome genérico e não faz referência à marca do produto ou da câmera. Por isso, deu um pouco de trabalho para encontra-lo na janela de remoção de programas do Windows após o teste. Já os efeitos, não tão elaborados quanto das duas anteriores, puderam ser usados em janelas de conversação sem problemas. Com a Leadership, o caso foi parecido. O software é fácil de ser instalado, mas não possui nenhum grande destaque.

Nesse quesito, não tem jeito. Os melhores modelos são os mais caros. A câmera da Microsoft é a que tem o preço mais salgad 399 reais, mas nós a encontramos até por 272 reais em uma loja especializada. Em segundo lugar no ranking de preços está o modelo da Philips, que sai por 299 reais no valor sugerido, mas 249 em algumas prateleiras. Temos um grande degrau para os outros modelos. A Multilaser sai por apenas 69 reais, e em alguns lugares a encontramos por 51 reais. A Leadership tem preço ainda menor: em torno dos 55 reais.

Os fatores que mais pesaram nessa escolha foram a qualidade de imagem e a qualidade sonora. Por isso, nossa escolhida foi a Philips SPC1030. Ela não só possui uma qualidade sonora excelente, como também oferece uma das melhores imagens entre os modelos testados, além disso há o diferencial de utilizar uma lente grande angular.

Ohar Digital

Apple iMac X Dell Studio One


De um lado, o clássico reformulado da Apple, agora com tela full HD e um mouse cheio de mágicas. De outro, a aposta da Dell para o futuro dos desktops domésticos, com touchscreen e tudo mais. Senhoras e senhores, preparem-se para um embate entre os dois micros tudo-em-um mais cobiçados: iMac e Studio One.

Testamos o modelo de 21,5 polegadas da Apple e o de 18,5 polegadas fabricado pela Dell. Ambos têm performance respeitável e destacam-se pelo formato compacto e bonito. O primeiro custa 4.699 reais, enquanto o segundo está saindo por 5.489 reais. E aí, vale a pena pagar tudo isso a mais pela interface sensível ao toque? Tire suas dúvidas nessa luta melhor de seis rounds.

Confira também os testes completos:
Apple iMac
Dell Studio One

Round 1: Configuração
Por dentro, os adversários são bastante parecidos. O iMac ganha no processador com 3 GHz, mas ambos têm 4 GB de memória e 500 GB de disco rígido. Entre Mac OS e Windows 7, é questão de gosto. Mas o leitor de Blu-ray do modelo Dell faz a diferença na pontuação: 8,6 a 8,3.

Round 2: Vídeo
A placa gráfica é exatamente a mesma nas duas máquinas: GeForce 9400, com 256 MB de memória dedicada. Mas o iMac vence de lavada nesse quesito por casa da resolução full HD e da belíssima tela iluminada por LED. 8,8 a 8,2.

Round 3: Áudio
Quase sempre imbatível nesse aspecto, a Apple também faz bonito para os ouvidos com o iMac. Os alto-falantes internos têm som alto e mais nítido do que o normal para a categoria. Já o Studio One apresenta poucas distorções. 8,5 a 7,8.
Round 4: Conectividade
O pacote de conexões num tudo-em-um pode ser fundamental, caso a ideia seja usá-lo como media center. Então a porta FireWire e o Bluetooth somam pontos a favor do iMac: 7,6 a 7,4.

Round 5: Design
Olhando de longe, os dois micros são lindos. Têm design clean e poupam espaço na mesa. Mas o acabamento do Dell peca nos detalhes. O pano vermelho nas bordas é de gosto discutível e o plástico usado no teclado e no mouse é de dar vergonha. 8,8 a 8,3 para a Apple.

Round 6: Extras
Os acessórios servem apenas para aumentar a vantagem do iMac. O Magic Mouse, com reconhecimento de múltiplos toques, é uma mão na roda. E o teclado é bonitão. 9,0 a 8,0.

Placar final: Com cinco rounds a um para a Apple, temos um 8,6 a 8,1. E o vencedor é o Apple iMac!

>> Não entendeu nada dessa conta? Então veja os pesos de cada critério: 25% para configuração, 20% para vídeo, 10% para áudio, 20% para conectividade, 15% para design e 10% para extras. E a Apple ganha 0,2 ponto na nota final pelo bom desempenho na Pesquisa INFO de Marcas 2009.

Fonte: Info

Como saber se uma tela touchscreen é boa?

Um teste simples que tira qualquer dúvida sobre a qualidade de uma tela touchscreen é usar um aplicativo de desenho livre e traçar linhas diagonais para ver como elas ficam.


Uma empresa chamada Moto Development (que não tem nada a ver com a Motorola, e em algumas linhas você terá certeza disso) aplicou esse teste em quatro smartphones topo de linha: iPhone 3GS, Motorola Milestone, Google Nexus One e HTC Droid Eris. Os dois últimos ainda não estão à venda por aqui.

Como dá para ver na imagem abaixo, quem se deu melhor foi o iPhone 3GS, que traçou linhas sem ondulações, embora a sensibilidade nos cantos de sua tela não seja muito boa. O pior dos quatro foi o Milestone, que desenhou algo parecido com uma teia de aranha.

O primeiro teste mostra como saem as linhas quando você pressiona a tela levemente. O segundo leva em conta uma pressão média. Dê uma olhada:
O laboratório fez, ainda, um vídeo demonstrativo, mas o Nexus One não está incluído nele. Confira abaixo:

DIY Touchscreen Analysis from MOTO Development Group on Vimeo.



Fonte: Info.Abril

LG GW620 versus Motorola DEXT


Smartphones com Android e teclado físico enfrentam-se no INFOLAB

Para quem não abre mão do teclado físico num smartphone, existem duas opções disponíveis no Brasil que rodam Android, cabem no bolso e não custam as joias da coroa.

Pois que subam ao ringue os modelos Motorola DEXT e LG GW620! O primeiro está nas lojas da Claro por 1.019 reais, enquanto o segundo sai por 749 reais, na TIM, considerando os preços dos aparelhos nos planos de 120 minutos. Senhoras e senhores, preparem-se para essa batalha de cinco rounds, e que vença o melhor.

Confira também os testes completos:
Motorola DEXT
LG GW620

Round 1: Configuração
Nas características técnicas, empate total: os dois têm 3G, Wi-Fi, GPS e cartão de memória com 2 GB. Até o defeito de ambos é o mesmo – eles ainda vêm com Android 1.5, versão já antiga do sistema. Mas a interface personalizada do DEXT para redes sociais faz toda a diferença. Vale um 8,0 a 7,5 para a Motorola.

Round 2: Usabilidade
O teclado do modelo GW620 até desbanca o adversário, mas fica difícil para a LG brigar com a tela capacitiva e um pouco maior do DEXT. Tudo isso e a velocidade do sistema rendem à Motorola mais uma vitória parcial: 8,6 a 8,1.

Round 3: Diversão
Se rede social também é diversão, o DEXT arrebenta. Mas o brinquedo da LG é o primeiro com Android com a avançadíssima tecnologia de rádio FM. Pois é, nenhum tem nada de novo mesmo, mas a câmera de 5 MP dos dois é ótima. Resultado: 8,4 a 8,3 para o Motorola.

Round 4: Bateria
O GW620 tenta manter-se de pé com um desempenho impressionante de bateria: 536 minutos. Mas ele mexeu com o cara errado. O Motorola é recordista nesse quesito, com 610 minutos em chamadas de voz. Em notas, 8,9 a 8,4.

Round 5: Design
Ambos cabem no bolso, têm ótimo acabamento, construção forte... a beleza aqui é questão de gosto, então preferimos ficar em cima do muro: 8,0 a 8,0.

Placar final: Com quatro rounds para a Motorola e um empate, temos um 8,3 a 8,0. E o vencedor é o DEXT!


>> Não entendeu nada dessa conta? Então veja os pesos de cada critério: 30% para configuração, 20% para usabilidade, 15% para diversão, 15% para bateria e 20% para design.

>> Confira a lista com os melhores smartphones, em nossa opinião.
Fonte: Info.Abril

LED TVs: conheça a tecnologia

Novos aparelhos de tela fina proporcionam imagens em melhor qualidade do que LCD comum e Plasma

As TVs de LCD e Plasma estão cada vez mais acessíveis aos consumidores brasileiros. Mas está chegando ao mercado a LED TV, mais um tipo de aparelho que promete uma qualidade de imagem jamais vista. Os monitores têm espessura entre 2,5 e 5 cm, e os preços são cerca de 10 a 15% mais caros que os atuais modelos LCD. Veja na matéria detalhes técnicos da LED TV e acesse abaixo as matérias que já preparamos sobre Plasma e LCD.

As melhores TVs, entre as mais baratas
Plasma versus LCD, qual você escolhe?

Fonte Olhar Digital

Análise dos novos smartphones do mercado

Em nossos testes estão o Nokia N97, HTC Touch Pro, Blackberry Bold, Blackberry Storm e iPhone 3GS

Links da matéria:
Descubra qual é o sistema operacional do seu smartphone
Baixe aplicativos gratuitos para o seu smartphone


Por Bia Kunze
Se você está disposto a gastar em torno de R$ 2.000 num smartphone, mas receia que ele não entregue tudo o que promete ou o deixe na mão quando mais precisar, abra o olho. Para os leigos, todo smartphone topo de linha parece igual, com internet 3G, música, vídeo, telas grandes e sensíveis ao toque, redes sociais e ferramentas de trabalho. Mas ao manusear cada um, fica evidente que agradar um usuário exigente pode ser tão fácil quanto desagradá-lo. De que adianta um super smartphone que lava, passa e faz cafezinho se na metade do expediente a bateria acaba? Ou então, um aparelho bonito e de bom desempenho, mas que não entrega as funcionalidades que você mais queria ou, pior, o faz padecer na hora de digitar um simples email?

É importante ressaltar que smartphones costumam ter foco para trabalho ou entretenimento, mesmo os topo de linha. Todos os aparelhos testados podem ser usados em ambas as situações, mas, evidentemente, recebem mais capricho nas funções voltadas para seu público-alvo. Antes de fazer sua escolha, é importante que você defina que características são imprescindíveis para seu tipo de uso. Recomenda-se até mexer nele antes da aquisição, para ver se sua vista e coordenação motora estarão afinados com celulares-computadores tão pequenos.


Quesitos avaliados:

- Desempenho (que engloba agilidade na abertura e alternância entre aplicações)
- Funcionalidades (características diversas que dão o caráter “canivete-suíço” dos smartphones)
- Bateria (autonomia em situações de uso intenso de voz e dados)
- Facilidade de uso (interface amigável e que não exija muito tempo de aprendizado para suas diversas funções)

Aparelhos que participaram do teste:

- Nokia N97 (lançado no fim de agosto)
- HTC Touch Pro (chega ao mercado em outubro)
- Blackberry Bold
- Blackberry Storm
- iPhone 3GS (lançado no fim de agosto)

Características de cada smartphone:

Nokia N97

- O N97 tem tela sensível ao toque, uma das mais bonitas entre os aparelhos mais recentes da Nokia. A tela principal pode ser configurada com widgets - pequenos aplicativos que podem ser arrastados para qualquer lugar da tela. Entre eles, destacam-se previsão do tempo, emails, Facebook, tocador de música e transmissor de FM. Tem 3G, GPS, Wi-Fi e um teclado deslizante, no qual chama a atenção o teclado recuado à direita. O N97 vem com o Comes With Music, para o usuário baixar de graça músicas da loja da Nokia por um ano. Depois desse período, é possível mantê-las no aparelho e no computador. É o smartphone perfeito para quem gosta de redes sociais. Sua câmera de 5 megapixels, com lentes Carl Zeiss e flash, foi a que teve melhores resultados entre os aparelhos do teste, com fotos excelentes. Conta ainda com uma segunda câmera frontal para videoconferência.

HTC Touch Pro

- O Touch Pro, topo de linha da HTC, tem tela touchscreen e um excelente teclado físico. A interface Touch Flo 3D deixa o Windows Mobile mais bonito a facilita a execução das tarefas triviais de mensagens, emails, fotos e música. Mas é impossível esconder o “esqueleto” do Windows Mobile, considerado por leigos um sistema confuso. Para quem quer um smartphone poderoso para trabalhar, é a opção mais completa, com 3G, Wi-Fi, aplicativos do Office, impressão de documentos por rede e, o supra-sumo, uma placa de vídeo dedicada. Com um cabo video componente (que não acompanha o produto), é possível ligar o Touch Pro num monitor ou datashow e rodar vídeos. Como ele tem PowerPoint nativo, eis uma ótima opção para professores ou executivos que fazem muitas apresentações. Tem 2 câmeras, a principal traseira de 3.2 MP, e a secundária, frontal, para videoconferências.

Blackberry Bold

- Verdadeiro sucesso de vendas, o Bold inova com capacidades multimídia, uma tela de excelente definição e um design arrebatador: arredondado e com textura em couro no verso. Mas por dentro, continua sendo um Blackberry, imbatível em ferramentas de comunicação, como email e IM. Mas o melhor da RIM até hoje, com 3G, wifi, GPS. A câmera de 3 MP com flash, porém, é o único ponto fraco: as imagens obtidas ficaram bem aquém da média dos aparelhos concorrentes. Seu teclado é espaçoso e de digitação confortável. O Bold vem com a Blackberry App World, loja de aplicativos para baixar programas.

Blackberry Storm

- Primeiro Blackberry com touchscreen, o Storm tem uma bonita tela de 3,2”. A entrada de textos é baseada no sistema SurePress. Encostando na tecla, a letra é selecionada, e ao pressioná-la, é efetivamente clicada. A tela toda “desce” e dá a sensação de estar usando um teclado físico. Na vertical, o teclado tem 2 letras por teclada e a escrita se baseia na previsibilidade de palavras - o que nem sempre dá muito certo. Inclinando na horizontal, o teclado transforma-se num QWERTY. O Storm também vem com a Blackberry App World, loja de aplicativos para baixar programas e personalizar o aparelho. A câmera de 3.2 MP e flash é melhor que a do Bold, graças ao “autofoco”, que melhora consideravelmente a qualidade das fotos.

iPhone 3GS

- O “fenômeno” da Apple justifica toda a fama logo no primeiro toque. De beleza indiscutível tanto no design como na interface, tem um deslize suave entre telas e é de facílima compreensão, sendo o mais indicado para leigos e não aficcionados por tecnologia. A tela é a melhor entre os aparelhos testados para quem tem dificuldade de leitura. Traz como navegador o Safari, idêntico à versão para computador, o que também alça o 3GS a um aparelho top para navegação. Assim, usar a internet não requer nenhuma habilidade extra. Sua câmera de 3.2 MP além de fotografar também grava (e até edita os clipes) nessa nova versão 3GS.

Nossas conclusões:

Como dito no início desse teste comparativo, smartphones costumam ter foco para trabalho ou entretenimento. Todos os aparelhos testados podem ser usados em ambas as situações, mas evidentemente recebem mais capricho nas funções voltadas para seu público-alvo.

Os dois Blackberry são aparelhos de cunho corporativo que, pela primeira vez, ganharam reforços em multimídia para agradar também os usuários comuns. Enquanto o Bold brilha nos dois quesitos (com ótima tela e ótimo teclado, apesar de um pouco grandinho) o Storm entrega mal ambos, pois tropeça na estabilidade do sistema e sequer oferece Wi-Fi, unanimidade em topos de linha. Mas a tela grande e brilhante é interessante para quem tem dificuldades de enxergar nos Blackberry de telas menores, sem touch.

O HTC Touch Pro é o mais “poderoso” dos smartphones voltados ao trabalho, com tantos recursos que permite que em muitos casos até se deixe o laptop em casa. Mas a interface Windows Mobile pode ser um fator complicador para os estreantes em mobilidade, sem contar que é o mais espesso e pesado dos dispositivos participantes nesse teste.

Já Nokia N97 e iPhone 3GS são claramente aparelhos para lazer. O N97 é excelente para quem gosta de redes sociais, que podem ser facilmente acessadas pelos widgets. Apesar da loja de músicas da Nokia nativa no aparelho (algo que a Apple ainda não oferece no Brasil), acessá-la mostrou-se um trabalho complicado, com downloads demorados. Baixamos músicas em mais de uma rede 3G e numa rede Wi-Fi local e constatamos que a loja realmente não prima em desempenho. O touchscreen também é deficiente. Por outro lado, o iPhone 3GS deu um banho em rapidez e simplicidade de uso. Só ficou devendo em ferramentas para trabalho. Os preços, condições de compra e dificuldades que os consumidores estão passando no Brasil para adquirir o iPhone 3GS são bastante desanimadores.

Para fazermos a escolha do Laboratório, analisamos todos os pontos fortes e fracos dos aparelhos, considerando também seu custo-benefício. Dentre todos, o Blackberry Bold foi o que mostrou maior equilíbrio, com ferramentas de trabalho maduras, boa capacidade multimídia e autonomia de bateria campeã, sendo, portanto, nossa escolha.


Fonte: Olhar Digital

Mitos das baterias para notebooks

Confira aqui o que é verdade e o que não passa de mentira sobre como cuidar da bateria do seu laptop.

Nesta matéria vamos eliminar algumas lendas que rodeiam as baterias de notebook. Você vai descobrir, por exemplo, que deixar o laptop conectado no AC por muito tempo não interfere na duração da bateria. Ficou curioso para saber mais? Então assista a este vídeo e aos outros quatro que disponibilizamos aqui embaixo, exclusivamente para a web.

Programa que mede a vida útil da bateria, temperatura da CPU, voltagem do processador e muito mais
Baterias notebook Parte I - Guarde sua bateria de forma adequada
Baterias notebook Parte II - Trabalhe com os esquemas de energia do Windows
Baterias notebook Parte III - Modo Espera vs Hibernação
Baterias notebook Parte IV - Economize


Fonte: Olhar Digital

Notebooks de entrada, qual é o melhor?

Veja o comparativo entre os modelos da Itautec, Dell e Lenovo; MacBook também entrou na roda, confira!

A ideia deste Laboratório Digital é avaliar os notebooks de entrada, ou seja, os equipamentos mais baratos ofertados pelos principais fabricantes e definir a melhor escolha para um usuário que quer comprar um notebook.

O nosso teste cai com uma luva para quem não entende o “tecniquês” da área de tecnologia e usará o equipamento para tarefas de rotina, como executar uma suíte de aplicativos de escritório (processador de textos, planilha eletrônica, visualizador de emails e fazer apresentações), navegação na Internet, execução de músicas e vídeos, backup de dados pessoais etc.

Não se enquadram nesta categoria usuários que utilizam aplicativos que demandam de muito processamento, como softwares de engenharia, edição gráfica, jogos entre outros.

A pergunta a ser respondida neste Laboratório é: quero comprar um notebook. Qual a melhor escolha custo x benefício dentro dos equipamentos mais baratos ofertados pelos fabricantes?

Para a realização desse trabalho, entramos no site dos fabricantes e escolhemos quais seriam os equipamentos de entrada a serem avaliados neste laboratório digital. Como existem muitos tipos e modelos em cada fabricante, definimos alguns itens mínimos para termos uma comparação justa.

Itens mínimos usados na seleção:

• Modelo mais barato ofertado no site do fabricante
• Sem personalização. Não mudamos as configurações disponíveis para o
equipamento, comparamos com as características mínimas disponíveis.
• Mínimo de 1GB de memória
• Mínimo de 14.1” de tela (LCD)
• Mínimo de 120GB de HD

Não limitamos o sistema operacional, porém, para uma comparação mais justa na questão de preços, fizemos um ajuste dos valores inserindo o custo do sistema operacional que estava mais presente nos modelos ofertados.

Os notebooks ofertados com Linux tiveram o valor de uma licença de Windows Vista Home Basic acrescida no preço final, os notebooks ofertados com Windows Vista Starter tiveram a diferença de preço para um Windows Vista Home Basic acrescido no preço final. O MacBook teve valor subtraído devido ao fato do seu S.O. ser mais caro do que o sistema operacional selecionado como Base para a pesquisa.

Desta forma, acreditamos que a análise ficou balanceada, uma vez que nosso intuito não é, de maneira alguma, fazer comparativos entre os sistemas operacionais. Temos que ter um fator preço padronizado e não gostaríamos de ter de fazer as análises segmentando o equipamento por fabricantes de sistema operacional ou de processadores.

Da mesma maneira, usuários de Linux e de Mac OS X deverão aproveitar os testes e reavaliar segundo uma ótica diferente os resultados.

Modelos analisados:

• Itautec Infoway Note W7650,
• Dell Inspiron 15,
• Lenovo G530 (4151-H6P),
•Apple MacBook MC240BZ/A.

Principais características avaliadas:

Para realizar o comparativo utilizamos 7 quesitos de avaliação, dentre eles: Sistema de Processamento, Memória, Armazenamento, Sistema de Vídeo, Conectividade, Portabilidade e Custo x Benefício.

No item “Sistema de Processamento” analisamos a tecnologia do processador levando em consideração, principalmente, a quantidade de cores, a velocidade de barramento e a quantidade de memória auxiliar - cache. A velocidade medida em Hz não foi levada em consideração primária, pois é entendido que esta não é a melhor forma de se avaliar a potência dos processadores. Do ponto de vista do usuário, priorizamos mais a atualidade da tecnologia utilizada no processador.

No quesito “Memória” levamos em conta a quantidade de memória disponível e sua velocidade. Não demos muito peso na questão de possibilidade de expansão porque para as atividades básicas de um usuário comum, dificilmente passará de 4GB de memória, característica atendida por todos os equipamentos.

O tópico “Armazenamento”, por sua vez, foi analisado, prioritariamente, a quantidade de espaço disponível, porque todos possuem gravadores de CD/DVD e disco com tecnologia SATA de 5400 rpm.

Já no “Sistema de Vídeo”, o maior peso foi dado para o tamanho da tela (LCD) e para a capacidade da placa de vídeo. Entendemos que, para um usuário comum, quanto maior a tela, melhor. Devido ao conceito do teste, de avaliar equipamentos de entrada, uma das premissas adotadas foi a de que notebooks com telas menores de 14.1” seriam descartados. Não descartamos telas maiores porque não houve notebooks de entrada ofertados com tela maior do que 15.6”. As placas de vídeo foram comparadas pela sua memória, tecnologia e velocidade.

No aspecto de “Conectividade” analisamos diversos itens, como placa de rede, conexões Bluetooth, número de portas USB, saída HDMI, tipo de rede Wireless compatível, webcam, leitor de cartões externos entre outros. Maior peso foi dado neste item à tecnologia encontrada. Entendemos que um notebook com saída HDMI, placa de rede Gigabit, placa wireless compatível com padrão “n” e Bluetooth garantirão que o equipamento seja compatível com tecnologias recentes do mercado e poderão ser utilizados por mais tempo com menores transtornos ao usuário.

A questão da “Portabilidade” foi avaliada a partir da facilidade de levar seu equipamento com você com maior conforto. Neste quesito a relevância é dada para peso e capacidade da bateria.

E, por fim, mas não menos importante, o item “Custo x Benefício”, no qual dividimos o valor do equipamento pela pontuação total dele. Quanto menor esse indicador for, melhor é a relação custo x benefício.

Fonte: Olhar Digital

Antivírus gratuitos: qual deles é o melhor?

Confira o resultado dos nossos testes


O Laboratório Digital deste mês é sobre os antivírus gratuitos disponíveis pela web. Realizamos pesquisas com várias opções grátis e vimos que são muitos no mercado, mas poucos deles com um nível alto de popularidade.

Também pesquisamos em diversos órgãos relacionados à área de TI que fazem análises de antivírus de mercado. No entanto, há muitas controvérsias principalmente com relação a preferência de usuários de computadores e técnicos de informática.

Nessa pesquisa procuramos instituições que levam o assunto a sério e que procuram nos assessorar da melhor forma possível e com o melhor produto por meio de testes concisos e que nos dão a real ideia de qual software gratuito é melhor em determinado requisito. Então confira toda a nossa análise e mantenha seu computador livre dos vírus.


Nossa avaliação dos 7 antivírus gratuitos foi baseada nos seguintes requisitos:

4.1 Eficácia
Neste requisito analisamos a eficácia do Antivírus em dois pontos, sendo um na “detecção de malwares” e o outro na “remoção dos malwares”.

4.2 Desempenho
Nesse analisamos quanto tempo de duração o Scan do Antivírus leva do ínicio da varredura até o término.

4.3 Consumo de memória
Foi realizada a análise do consumo de hardware do computador sendo esses “Memória” e “Processador”.

4.4 Interface
Analisamos se o Antivírus se dispõe de uma interface intuitiva, facilitando ao máximo a vida do usuário no processo de configuração, atualização e execução do software.

4.5 Linguagem
Neste requisito analisamos se o Antivírus se dispõe da linguagem Português Brasileiro.

4.6 Firewall Integrada
Neste requisito verificamos se o Antivírus se dispõe do recurso de segurança de Firewall integrada.

4.7. Mail Scan
Este é um recurso importante nos dias de hoje para qualquer Antivírus que queira ter sucesso em seu funcionamento, neste requisito analisamos se o Antivírus se dispõe da funcionalidade de varredura de e-mails.

4.8 Compatibilidade
Neste requisito analisamos a compatibilidade de funcionamento com as versões de sistemas operacionais.

4.9 Recomendação de segmento (Pessoal / Corporativo)
Por último, a recomendação de qual Antivírus é melhor para o segmento que o usuário quer utilizá-lo.

Antivírus gratuitos Parte I - Avast Home Edition
Antivírus gratuitos Parte II - AVG Anti-Virus Free
Antivírus gratuitos Parte III - Avira AntiVir
Antivírus gratuitos Parte IV - Comodo
Antivírus gratuitos Parte V - BitDefender 2009
Antivírus gratuitos Parte VI - ClamWin
Antivírus gratuitos Parte VII - PCTools


Fonte: Olhar Digital

Melhore seu sinal wireless

Confira dicas para melhorar o desempenho do seu sinal de internet sem fio

Links:
Netstumbler
Radarsync

O sinal wi-fi na sua casa anda variando bastante e te deixando nervoso? Confira agora algumas dicas para melhorar a qualidade da sua internet sem fios.

Dica numero 1, a mais básica de todas: posicione o roteador em um espaço adequado. Deixe-o num lugar central, sem grandes obstruções entre ele e o computador; nada de paredes ou objetos metálicos muito densos.
Em segundo lugar, não deixe o seu roteador trabalhando no canal padrão, que vem de fábrica. É que muitos outros aparelhos na sua casa, como o telefone sem fio por exemplo, utilizam a mesma freqüência de 2,4 GHz, e provavelmente o mesmo canal: em grande parte dos produtos, o de número 6. Então, baixando este programinha aqui, o NetStumbler, você consegue alterar o canal de utilização do seu roteador WiFi. Isso fará com que o seu roteador não brigue, em termos de freqüência, com outros aparelhos ao redor. O link para baixar o NetStumbler está bem aqui, embaixo do vídeo.

Outra dica é manter os firmwares e drivers sempre em dia. Para isso, a nossa dica é utilizar o software RadarSync, que faz o update automático de todos os drivers da sua máquina de uma só vez. O link também está embaixo desse vídeo.

Fonte: Olhar Digital

3G: Qual operadora oferece o melhor serviço?


A gente testou os serviços em São Paulo; veja o resultado

Links desta matéria:

Sinal 3G: Mapa Wiki da cobertura 3G no Brasil

SpeedTest: Teste a velocidade da sua conexão

Superando todas as expectativas iniciais, o Brasil deve fechar 2009 com algo entre 7 e 8 milhões de terminais de internet móvel, entre celulares e modems, segundo a consultoria Teleco. Só em outubro, o aumento foi de 1,2 milhão de aparelhos. Não há dúvida da grande demanda por internet móvel no país, mas será que os serviços oferecidos estão à altura? Para responder a esta pergunta, fomos às ruas de São Paulo testar a conexão 3G das quatro operadoras que cobrem a cidade: Vivo, Oi, Claro e Tim.

Os quesitos avaliados foram: cobertura, estabilidade e velocidade das conexões. Para garantir igualdade de condições no teste, usamos o mesmo modem para todas as operadoras, o Bandluxe C178, e um Macbook, da Apple. Definimos 3 pontos-chave da cidade de São Paulo para testar as conexões na rua : a praça Silvio Romero, no Tatuapé, a av. Paulista, perto do parque Trianon, e a Av. Roberto Marinho, no Brooklin. Nesse locais, estávamos estacionados, mas, também experimentamos navegar na internet nos 4 serviços com o carro em movimento, circulando pela cidade.

Começamos dirigindo pela região do Parque do Ibirapuera até a 23 de Maio. No viaduto, a conexão da TIM ficou instável, caiu e retornou apenas na Avenida Alcântara Machado, na Mooca, após 5 tentativas. Em seguida, circundamos o Shopping Metrô Tatuapé e ruas vizinhas.

Nessa região, a Claro apresentou uma conexão lenta, não conseguimos encontrar sinal com facilidade. A Vivo até apresentou uma conexão estável, mas a velocidade não foi lá essas coisas: variou entre 40 e 95 kbps. A Oi nem apresentou sinal, e aqui tiramos nossa primeira conclusão: os serviços 3G em São Paulo são bastante heterogêneos, variam bastante quando se está em movimento.

Chegamos à Praça Sílvio Romero, no bairro do Tatuapé. A Tim demorou um pouco para conectar, mas apresentou um sinal estável e conseguiu atingir uma boa velocidade: 843 kbps. Conseguimos assistir a vídeos numa boa, nem chegou a bufferizar. Já com a Claro, percebemos que a velocidade aumentou ao ficarmos parados num mesmo lugar, mas o sinal continuou oscilando. Atingiu máxima de 146 kbps. Com o modem da Vivo, tivemos muita dificuldade para encontrar a rede 3G. Na primeira tentativa, conseguimos a velocidade de 109 kbps. Na segunda tentativa, o padrão de rede caiu de EDGE para GPRS e pegamos velocidade de 17 kbps – a pior de todo o teste. A terceira tentativa foi melhor: velocidade de 237 kbps. A Oi, simplesmente, não possui cobertura 3G na região. Achou apenas o padrão EDGE. Velocidade máxima de 138 kbps e mínima de 38 kbps. Uma lentidão desesperadora.

Resumo das conexões na Sílvio Romero (velocidades máximas):

TIM: 843 kbps

Claro: 146 kbps

Vivo: 109 kbps

Oi: 138 kbps


Próxima parada: Avenida Paulista. A TIM encontrou rapidamente a rede 3G e atingiu velocidade máxima de 507 kbps. Em movimento, porém, a velocidade cai um pouquinho e fica entre 300 e 400 kbps. A Claro teve dificuldade para encontrar conexão, mas a velocidade foi razoável: 595 kbps. Em movimento, esse status continua bom. Aqui, a Vivo encontrou rapidamente a rede 3G e ainda registrou velocidades excelentes: bateu picos de 1045 kbps. Em movimento as velocidades foram bem menores: entre 399 e 623 kbps. A Oi, novamente, decepcionou: não encontramos rede 3G da operadora em plena Avenida Paulista! A velocidade máxima foi de 132 kbps, no padrão EDGE. Em movimento, as velocidades encontradas foram de 70 e 102 kbps.

Resumo das conexões na Av. Paulista (velocidades máximas):

TIM: 507 kbps

Claro: 595 kbps

Vivo: 1045 kbps

Oi: 132 kbps


Nossa última parada foi na Avenida Roberto Marinho, zona Sul da cidade. E nem a chuva nos fez desistir dos testes. A TIM conectou com rapidez na rede 3G. as velocidades foram boas: 657 e 777 kbps. A Claro conectou com muita rapidez e bateu recorde de velocidade do teste: 1113 kbps na primeira tentativa e 1096 kbps na segunda tentativa. Com a Vivo, foi difícil encontrar sinal, e a conexão foi bem lenta nas 3 primeiras tentativas: 173, 187 e 184 kbps. Mas a quarta e quinta tentativas foram boas: 837 e 855 kbps. A Oi? Bom... aqui também, o resultado foi o mesmo: nada de rede 3G. Velocidades entre 19 e 53 kbps no padrão EDGE.

Resumo das conexões na Av. Roberto Marinho (velocidades máximas):

TIM: 777 kbps

Claro: 1113 kbps

Vivo: 855 kbps

Oi: 53 kbps


A nossa conclusão final é a seguinte: o serviço 3G no Brasil precisa melhorar e muito! Basta pensar que esse teste foi feito na maior cidade do país... e mesmo aqui a qualidade dos serviços deixa tanto a desejar que é impossível selecionar um vencedor. Em muitos locais onde determinada operadora pode ter bom desempenho, outras mal seguram as conexões por alguns minutos. Mesmo entre uma única operadora, o serviço não é homogêneo na cidade. Nossa recomendação é que, antes de contratar uma banda larga móvel, avalie o serviço em seu bairro ou bairros onde mais pretende usá-la. Mesmo assim, não há garantia de estabilidade. Mas num panorama geral, o cenário é o seguinte: a Claro, que não vinha obtendo resultados satisfatórios logo na estréia do serviço, há 2 anos, e recebeu muitas reclamações, mostrou sensível melhora em velocidade e estabilidade. Mas os resultados ainda são muito divergentes. A Vivo apresentou bom equilíbrio entre qualidade de sinal e cobertura, mas ainda deixa a desejar em muitas áreas da cidade. A TIM tem cobertura bem menor que Claro e Vivo, mas o sinal costuma ser mais forte e as conexões caem menos. Quanto à Oi, estamos até agora nos perguntando onde estaria o seu 3G...

Quer saber como anda o 3G na sua região? Então acesse os links acima, que te levam a um site que traz um mapa do Brasil com informações da cobertura 3G em todos os estados. O mapa é colaborativo, e você também pode deixar as suas impressões e experiências com as conexões de dados. E o SpeedTest te permite fazer o teste de velocidade onde quer que você esteja. Acesse, confira e colabore!

Fonte: Olhar Digital

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