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O Zune HD encara o iPod touch?

No mundo dos MP3 players, o domínio da Apple, com seus vários iPods, é inquestionável. No Brasil, quem chega mais perto dela é a Sony, que se destaca em aparelhos de som de bolso desde os tempos do Walkman. Lá fora, existe uma terceira grande força: o Zune HD, da Microsoft, também tem usuários entusiastas. Evolução do primeiro Zune, de 2006, a nova versão aposta numa tela de OLED e numa interface muito bem feita e intuitiva para encarar o império de Steve Jobs. Mas, oficialmente, ele só é vendido nos EUA. Por aqui é encontrado no MercadoLivre e em outros sites do gênero.
As primeiras impressões em relação ao Zune HD agradam. Por fora, ele tem uma construção rígida, com ótimo acabamento. O INFOLAB avaliou o player na cor preta, que a Microsoft chama de Onyx Black. Em resumo, ele passa confiança para ficar no seu bolso convivendo com chaves e outros objetos. Com 74 gramas, o formato do aparelho torna-o fácil de carregar por aí sem incômodos. O curioso é que ele tem quatro parafusos na parte traseira. Para quem se acostumou ao desenho limpo da Apple, isso pode parecer um defeito. Porém, se a bateria do seu Zune HD der problema, você tem como abri-lo e tentar trocá-la.O aparelho conta com três botões: um central, para retornar à página inicial, outro na parte superior, para ligá-lo e desligá-lo, e um lateral para acesso ao guia rápido na tela, para aumentar o volume, pausar ou mudar de faixa. A tela, inclusive, é um dos pontos altos do Zune HD. Com 3,3 polegadas, resolução de 480 por 272 pixels e construção de OLED, o display entrega imagens coloridas e equilibradas, tanto nas capas dos CDs quanto nos vídeos e jogos.

Interface boa, bonita e básica



Todos já sabem que o melhor jeito de fazer uma interface de MP3 player é prezar pela simplicidade. A Apple entendeu isso muito bem com os iPods. A Microsoft não ficou atrás e caprichou na interface do Zune HD. Com tópicos diretos escritos em letras grandes, é fácil acessar todos os recursos do aparelho com facilidade. Para completar, a transição das telas é feita com elegância e retornar ao último tópico requer apenas um clique.

Outros detalhes interessantes da interface do modelo são as listas rápidas, chamadas de Pins. Por meio delas, num menu lateral e cheio de imagens, é possível ver as músicas, sites e vídeos mais acessados pelo usuário. É como uma barra de favoritos feita automaticamente pelo aparelho. Outra boa sacada é a aba Social, que mostra as playlists de seus amigos conectados à rede e até permite comprar as músicas que eles ouvem. Porém, convenhamos, no Brasil você não terá muita gente para adicionar nessa brincadeira.
Um dos grandes motivos para a interface do Zune HD ser tão redonda é a combinação do bom software com o novo chip da NVIDIA, o Tegra. O processador foi desenhado especialmente para rodar vídeos e jogos em alta definição sem sugar toda energia da bateria em aparelhos portáteis, como smartphones, smartbooks e MP3 players. Com mais velocidade, o Zune HD decodifica com facilidade os vídeos, utilizando menos energia e ainda entregando imagens com resolução alta. Prova disso, é que o aparelho exibiu vídeo durante 6 horas e 43 minutos sem recarga da bateria no INFOLAB. Ponto para a Microsoft.

Aplicativos contados nos dedos



Quase tudo anda bem para a Microsoft na disputa do Zune HD com o iPod touch: sua interface é comparável à do concorrente, ele conta com conexão Wi-Fi, a tela mostra imagens nítidas e o som do aparelho tem ótima qualidade, com bons graves. Porém, se a ideia é ir além de um simples MP3 player, ele tem problemas na hora dos extras. A loja virtual do aparelho, o Zune Marketplace, é especializada em venda de vídeos e músicas, com milhares de artistas. Porém, Zune HD manda muito mal nos aplicativos, que são um grande trunfo do iPod touch e sua gigante App Store. Há menos de dez programas disponíveis para o Zune. Entre eles, os mais interessantes são o cliente de Twitter e alguns joguinhos de corrida, mas nada que salte os olhos.

Mas o Zune HD ainda tem suas cartas na manga. Sintonizar rádio FM pode não parecer nada digno de nota, mas a transmissão é feita pelo sistema RDS. Os dados são recebidos digitalmente, deixando o som com alta qualidade. Outra boa sacada é o dock vendido separadamente com saída HDMI, para transmitir arquivos de vídeo do Zune HD para a telona. Porém, não será fácil encontrá-lo no Brasil.

Um dos pontos em que a Microsoft poderia deixar o Zune HD à frente do iPod touch é o fone de ouvido. Quem nunca reclamou do periférico branquinho que acompanha os players da Apple que atire o primeiro iPad. Porém, o fone do Zune HD, mesmo escolhendo a cor preta, também não convence. Seu formato traz certo desconforto e o som é fraco para um fone intra-auricular. O jeito é seguir o mesmo caminho de quem já tem um iPod e comprar um periférico de outra marca, com melhor potência.
Font: Info

Chips DDR3 de 30 nm vão ser fabricados no meio do ano


Eles consomem menos energia, são mais rápidos e logo serão fabricados em massa. Os chips de memória DDR3 vão substituir os já rápidos DDR2 e a tecnologia de 30 nanômetros usada em sua produção vai se expandir para outros chips de memória logo logo.

A Samsung vai lançar os primeiros chips de 2 GB e promete que eles têm um custo-benefício melhor que a geração anterior de 50 nm. Mas mesmo que a coreana esteja à frente de outros fabricantes de memória DRAM, ainda perde para a IM Flash Technologies, empresa composta pela Intel e pela Micron Technology. A IM já fabrica componentes de chip minúsculos com tecnologia de 25 nm. Mas, para a sorte da Samsung, ela não produz DRAM, apenas chips de memória flash.

Graças a eles que conseguimos ter smartphones, câmeras e players cada vez menores: os chips de 30 nm têm componentes menores que os dos chips anteriores, de 50 nm, como transistores de tamanho microscópico. Disso vem o ganho na velocidade e no consumo de energia, de cerca de 30% a menos que os de 50 nm.

Como vão sair das fábricas americanas só no meio do ano, ainda deve demorar para que os brasileiros possam desfrutar da tecnologia. Mas antes mesmo de pensar em ter um, aí vai uma pergunta para a Samsung: o custo-benefício bom para a fabricante vai se refletir na vida de quem quiser comprar?

Fonte: Info

Chrome dev chega a versão 5.0


O Google liberou, para download, a versão 5.0 de seu navegador Google Chrome. Por enquanto, só a versão para desenvolvedores do 5.0 está disponível.
A expectativa do Google é liberar, até o final deste mês, uma versão beta para todos os usuários do Chrome 5.0 nas plataformas Windows e Mac.

Neste momento, a nova versão exibe algumas melhorias de performance e, no caso específico do Windows, possui melhorias para funcionar mais rapidamente em Windows 7.

Pequenas mudanças foram feitas na interface do Chrome como, por exemplo, permitir aos usuários redimensionar a área onde ficam instalados os ícones dos complementos instalados no navegador.

A versão permite, ainda, refinar configurações para armazenar ou exibir cookies, imagens, códigos JavaScript, plug-ins e pop-ups.

O gerenciador de downloads do Google Chrome 5 Dev também está mais esperto. O software, nessa versão, guarda os arquivos baixados na pasta padrão do Windows. O usuário, portanto, não precisa mais perder tempo procurando onde o download foi guardado.

Download da versão 5.0

Fonte: info

Google Chrome 4 Final

"O Chrome está ainda mais rápido e traz agora sincronização de Favoritos e Extensões para o navegador."

A gigante Google acaba de liberar a versão final do Google Chrome 4. O navegador agora está mais rápido e com suporte a mais de 1500 extensões que podem ser acessadas rapidamente a partir do próprio browser.

Se você já utiliza o Google Chrome nos próximos dias deverá receber uma mensagem solicitando uma atualização para esta nova versão. A migração, como acontece com a maioria dos produtos lançados pela empresa, será gradual, mas deve ser concluída em breve. Se você deseja acelerar esse processo já pode baixar diretamente do site oficial a versão final.

AGORA É POSSÍVEL instalar extensões no Chrome

Já havíamos disponibilizado um artigo que fala e ensina como instalar extensões no novo Google Chrome. Entretanto, era apenas para desenvolvedores e envolvia um processo muito mais complicado. Desta vez, foi lançada uma versão oficialmente aberta ao público, com uma galeria de extensões ampla e organizada.

Galeria de extensões.

Várias das extensões já até existem no Mozilla Firefox (e os usuários do navegador "concorrente" podem se familiarizar com algumas). Acompanhar o andamento do Twitter e do GMail enquanto navega, por exemplo, agora é uma possibilidade prática no Google Chrome — o que pode atrair muitos usuários. É claro que não se deve descartar a possibilidade de ocorrer problemas na navegação, já que ainda é uma versão beta.

Como instalar extensões

Para acessar o menu de complementos para o Chrome, vá ao ícone de chave inglesa e clique em "Extensões". A página aberta lista as extensões que você tem instaladas no navegador. Para adicionar novas, clique em "Browse the Gallery". Como o Chrome já conta com mais de 1500 extensões, você pode visualizar a galeria de várias formas diferentes.

No centro da tela você vê as extensões populares e aquelas que são consideradas como destaque. No lado esquerdo, é possível filtrar resultados por Mais Populares ("Most Popular"), Mais Recentes ("Most Recent"), Melhor Avaliadas ("Top Rated") e Destaque ("Featured"). Ao clicar em uma extensão você vê informações detalhadas como descrição, imagem e opiniões de outros usuários.

Como instalar.

Para instalar a extensão, clique no botão "Install". Quando uma janela for aberta para confirmar a ação, pressione o botão "Instalar". Quando for concluída, um botão ao lado da Barra de Endereços é adicionado para que você acesse as funções — entretanto, não se sabe o que acontece com os ícones das extensões se forem instaladas dezenas delas.

Extensões já instaladas.

Conheça o navegador do Google

Rápido como nunca

A quarta versão do Google Chrome (aprenda a usar) promete ser ainda mais veloz do que as anteriores. Em nossos testes, o navegador realmente surpreendeu no carregamento das páginas, mas deu um show ao trabalhar em conjunto com o YouTube. Além disso, o novo Chrome promete ser um navegador compatível com toda a web. Tanto é verdade que ele é um dos poucos que conseguiu atingir a pontuação máxima no teste do Acid3 (confira imagem abaixo).

Totalmente compatível com a web!

Novidades da quarta versão

Aos poucos a Google vem aprimorando a terceira versão do navegador Chrome. A quarta vem com suporte para HTML 5, novo padrão de páginas da web, que já está aparecendo em alguns websites. Além dessa fantástica novidade, a versão 4.0 do Google Chrome tem suporte para temas e utilização de complementos — recurso que na verdade já devia fazer parte do Chrome desde a primeira versão.

Ao que tudo indica, a Google primeiramente lançou a parte principal do navegador para que aos poucos o código principal do navegador seja alterado conforme necessidades e testes dos usuários. Nosso site está acompanhando semanalmente o site de desenvolvimento da Google e toda semana pelo menos três novas versões são lançadas, pois cada uma possui algumas novas correções e aprimoramentos. Nesta versão o Chrome teve seu Developer Channel atualizado da versão 3.0 para a atual, uma boa notícia para usuários que trabalham com o código do software.

No caso da versão 4.0, alguns problemas foram corrigidos em relação à anterior. Agora os usuários podem escolher o Bing como ferramenta de procura, porém esta opção por enquanto aparece apenas para a versão estadunidense do navegador. Outra atualização é a possibilidade de desinstalar o Google Chrome apenas da sua conta, caso conte com computadores compartilhados. Além disso foram corrigidos alguns erros em tags de áudio e vídeo, além da possibilidade de importar a Barra de Favoritos do Firefox.

Mas uma atualização bastante interessante desta nova versão é, de fato, a possibilidade de utilização dos mesmos Favoritos em computadores diferentes. Para isso, será preciso ter apenas a conta do Google habilitada (a mesma do Gmail, por exemplo). Com isso é possível utilizar computadores diferentes com as mesmas marcas para os assuntos de sua preferência. Essa função de sincronização dos Favoritos já havia sido disponibilizada para desenvolvedores, mas só agora passa a ser integrante do Google Chrome para usuários domésticos.

Opção para Bookmarks

Sincronize sites favoritos

Outro aspecto interessante é a possibilidade de sincronizar os seus sites favoritos a partir do próprio navegador. Já na instalação do browser surge uma opção para importar favoritos e senhas dos outros navegadores disponíveis no seu computador.

Se os seus sites favoritos estão aramazenados sob uma conta do Gmail, você pode importá-los para a barra de ferramentas e acessá-los sempre que estiver logado com mais facilidade. Para isso vá em "Ferramentas" e escolha a opção "Sincronizar os meus favoritos".

Os temas chegaram

Os usuários pediram e até que enfim a Google atendeu. O suporte para os temas já estava incluso nos planos do navegador, mas somente com o lançamento da versão 3.0.196.2 BETA é que os usuários puderam começar a desfrutar dos temas, mantidos nesta versão. A página de temas pode ser acessada através deste link.

Galeria de temas

Ao todo, o Google Chrome conta com 29 temas oficiais da Google e 98 temas feitos por artistas. A instalação dos temas é simples e rápida: basta clicar num botão (Apply theme) e o visual é alterado em poucos segundos. Cada tema possui cores, detalhes e características únicas, sendo que eles devem agradar à maior parte do público que gosta de usar um navegador com visual descolado ou mais retrô. Abaixo você pode conferir alguns dos visuais aplicados ao Google Chrome.

Novos visuais do Google Chrome

Download

Fonte: Baixaki

Apple finalmente apresenta seu tablet iPad

iPad é o maior lançamento da Apple desde o iPhone três anos atrás.

O CEO da Apple, Steve Jobs, apresentou hoje o tablet "iPad", em uma estratégia de tentar estabelecer uma nova categoria de aparelho sem fio para games, vídeos e todos os tipos de mídia.

Jobs, que voltou ao comando da Apple no final do ano passado após um transplante de fígado, está apostando que sua empresa terá sucesso em conquistar consumidores para seu tablet, o que muitas companhias de tecnologia não tiveram sucesso em fazer até o momento com produtos similares.

O iPad é o maior lançamento da Apple desde o iPhone três anos atrás. O tablet é uma prancheta eletrônica maior que um smartphone e menor que um netbook.



Fonte: Info

Tecnologia pessoal Versão final do Firefox 3.6 está disponível


Desde o início da tarde de hoje, o Firefox 3.6 pode ser encontrado num repositório de programas para download no site da Fundação Mozilla. Um link para baixar a versão final está disponível no Downloads .

Antes dessa versão, a Mozilla liberou dois RCs (candidados a lançamento) e ambos já funcionavam com grande estabilidade. O lançamento final, no entanto, terá um capitulo adicional até março.

De acordo com o diretor da Mozilla Mike Beltzer, um pacote com melhorias de estabilidade será apresentado até o final do primeiro trimestre deste ano.

A versão já disponível para download, diz a fundação, é até 30% mais rápida que o Firefox 3.5 para carregar páginas de internet – inclusive aquelas cheias de scripts ou animações em flash.

O browser também é mais rápido para ser inicializado. Além disso, o Firefox 3.6 consome menos memória do Windows e trabalha melhor com os complementos, ou seja, apresenta menos problemas de compatibilidade.

O Firefox 3.6 apresenta ainda inovações na parte de compatibilidade com os atuais padrões da web. Ele trabalha melhor com os recursos CSS e suporta para páginas desenvolvidas com HTML 5.

Download


Comentário Micaías Paiva: Percebi que a versão 3.6 tem algumas falhas por exemplo:
No hotmail na hora de responder, a mensagem de origem não fica mais abaixo;
No no painel de controle do Blog, para mudar um Gadget de um lado para o outro ele dá falha de localização.

Fonte: Info

Guitarra digital opera com Linux e touchscreen

As guitarras elétricas mudaram a história da música, e não parece que esta guitarra digital vai fazer o mesmo. Mas ela tem um funcionamento bem bacana: sem cordas, é controlada por uma tela sensível ao toque e sensores no braço.

A mão esquerda controla no braço que notas tocar e a direita, na tela, o tempo e a intensidade das notas. Em MIDI, o som da guitarra é completamente eletrônico, o que é legal por um motivo: os efeitos. Diferente das guitarras elétricas, não é necessário usar pedais para fazer efeitos, ou tirar a mão das cordas para acertar botões ou tremolos. Isso deve permitir o uso de distorções em praticamente toda a música. Segundo a fabricante, a australiana Misa, dá para controlar afinação e velocidade na tela.

Mas defensores das cordas, não se irritem. A Misa deixou bem claro que a intenção da guitarra digital não é imitar uma elétrica: esta peça foi feita para tocar música eletrônica. Não há como os sons em MIDI desta guitarra competirem com a beleza da vibração de cordas. A idéia é curtir os efeitos digitais mesmo.

A Misa Digital Guitar é operada pelo Linux kernel 2.6.31, o que significa que os músicos-programadores podem fazer a festa com o software open-source. Seu preço não está anunciado no site da Misa.


Fonte: Info

Mozilla libera 2º RC do Firefox 3.6

Versão final do Firefox 3.6 chega até o fim de janeiro
A fundação Mozilla liberou para download a segunda versão RC (Release Candidate) do Firefox 3.6.

De acordo com o diretor da fundação, Mike Beltzner, a atualização traz basicamente melhorias de estabilidade e correção de bugs reportados por cerca 1,2 milhão de usuários que baixaram o primeiro release candidate e o testam.

Uma versão final do navegador deve ser liberada até o final desde mês e um pacote com códigos que melhoram a performance e estabilidade do browser será apresentado até março, explica a Mozilla.

Pelas contas da fundação, o Firefox 3.6 é em média 30% mais rápido para carregar páginas da internet e processar códigos em JavaScript.

Para baixar o novo RC vá ao Downloads INFO.

Fonte: Info

Home Theater Phillips tem caixas wireless


Modelo HTS3578W não deixa aquele monte de fios espalhados pela sala

O Home Cinema Wireless HTS3578W/55, da Philips, livra o usuário da chateação de esconder os fios que levam o som até as caixas traseiras. Ele trabalha com um sistema que, nos testes do INFOLAB, não apresentou qualquer dificuldade de instalação. Além disso, o home theater traz um player de DVD embutido e reproduz diversos formatos de vídeo. Talvez pela pequena quantidade de conexões e pelo som apenas razoável, o preço esteja um pouco elevado: 1.674 reais.

No quesito vídeo, esse aparelho da Philips, além de tocar mídias em DVD, traz uma porta USB que suporta os seguintes formatos: DivX, XviD com legendas .srt, MPEG-1 e 2 e WMV. Ele ainda reproduz arquivos de áudio em MP3 e WMA e mostra fotos em JPEG. É o básico para quem deseja baixar arquivos, guardá-los num pen drive e abri-los diretamente na televisão da sala.

O som que sai das caixas satélites não impressiona, pois faltam graves. O home theater trabalha no padrão 5.1 e vem equipado com cinco alto-falantes e um subwoofer. Juntos, eles produzem a potência total de 1.100 watts RMS (340 watts para as duas caixas frontais, 250 watts para as duas traseiras, 260 watts para a central e 260 watts para o subwoofer). No mais, esse Philips decodifica Dolby Pro Logic II, Dolby Digital e DTS.

Nas conexões, esse conjunto da Philips é bastante econômico. Transmitindo sinal de saída de vídeo até 1.080p, ele possui saídas HDMI, vídeo componente, vídeo composto e P2. Também vem com entradas de áudio óptica, coaxial, duas RCA estéreo, além de entradas P2 para fones de ouvido e USB para reprodução de arquivos pelo pen drive.

Observação: o preço do aparelho foi atualizado no dia 14/01/2010

Fonte: Info

O iMac de 21,5” e sua tela de babar


Testamos o novo tudo-em-um Apple full HD, que vem com mouse multitoque

O desktop clássico da Apple chega a 2010 renovado, com dois upgrades que fizeram o pessoal do INFOLAB entortar o pescoço. Agora uma tela full HD iluminada por LED e um mouse wireless sensível ao toque estão no pacote do iMac de 21,5 polegadas. Com proporção de 16 por 9, ideal para assistir filmes, o display tem qualidade surpreendente. E o mouse ganhou as funções do touchpad usado no MacBook. A lamentar, só o preço de 4.699 reais – razoável para os padrões da marca, mas ainda assim abusivo.

Em nossos testes com vídeos em alta resolução, o computador se mostrou uma excelente opção de central multimídia. O painel de 1.920 por 1.080 pixels exibe cores vivas e nível de detalhes fora do comum. A fabricante também corrigiu um problema sério dos antigos iMacs: as tonalidades agora não variam de acordo com o seu ângulo de visão. É uma ótima novidade para designers, que necessitam da maior fidelidade possível nas cores.

O formato all-in-one e a construção toda em alumínio, com design impecável, seriam a cereja do bolo para um media center completo, mas faltaram dois itens essenciais num produto dessa categoria: leitor de Blu-ray e sintonizador de TV. O drive óptico usado aqui é um gravador de DVD comum, que não permite ao micro aproveitar a qualidade da tela com filmes em alta definição. Pode parecer chatice, mas pelo preço alto, o usuário poderia exigir tudo isso e ainda um servidor automático de cafezinho.
As mágicas do novo mouse

As mágicas do novo mouse

O primeiro mouse sem fio e multitoque da Apple acompanha o iMac de 21,5 polegadas, assim como um teclado wireless padrão americano. Os dois acessórios partem do mesmo conceito: são pequenos e magrelos, com desenho muito bonito, mas dividem opiniões quanto à usabilidade. O teclado, por não ter os botões numéricos padrões e deixar a desejar em ergonomia; o Magic Mouse, por não ter o apoio devido à palma da sua mão.

Esse mouse imita o touchpad dos MacBooks, com várias funções especiais, como voltar à página anterior correndo o dedo para a lateral e também rolar páginas com movimentos verticais. A sensibilidade é ótima e, com dois ou três dias de uso, você já se acostuma com os recursos e ganha agilidade ao navegar e usar programas como o organizador de fotos, uma beleza para testar o movimento de zoom, por exemplo.

Cheio de truques e bonito, o dispositivo não prima por oferecer conforto do usuário. Como é fininho, ele não se encaixa à palma da mão. O maior problema é que, para usar os comandos sensíveis ao toque, apenas os dedos podem ficar em contato com a parte superior, pois a mão sobre o mouse atrapalha a realização do movimento. Nossa tendência, com isso, é trabalhar totalmente sem apoio, provocando dor no pulso. Além disso, o acessório acaba se movendo sobre a mesa quando você mexe os dedos.
Desempenho respeitável

Desempenho respeitável


A configuração do novo iMac não deixa a desejar. O micro tem processador Core 2 Duo E7600, de 3 GHz, 4 GB de memória RAM e disco rígido de 500 GB. Mas a placa de vídeo poderia ser melhor que a GeForce 9400M. Essas especificações são boas o suficiente para rodar aplicações pesadas, como um editor de música e vídeo, tanto que o conjunto atingiu 5.513 pontos no teste do PCMark Vantage e 2.010 no 3DMark06, como você vê nos gráficos abaixo.

O computador também é bom de conexões. Tem quatro portas USB, uma FireWire, leitor de cartões SD (os fotógrafos agradecem) e uma saída de vídeo no padrão Mini DisplayPort. Infelizmente, essa porta não funciona como entrada para consoles e outros dispositivos, o que faria do modelo um monitor fantástico. Na versão de 27 polegadas, o recurso está disponível.

PCMark Vantage (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho geral

Apple iMac 21,5”
5.513

Positivo Union Touch 2200
3.839

HP TouchSmart PC IQ520br
3.207

Dell Studio One 19
Não rodou



3DMark06 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho de vídeo

Dell Studio One 19
2.066

Apple iMac 21,5”
2.010

Positivo Union Touch 2200
1.797

HP TouchSmart PC IQ520br
Não rodou


Fonte: Info

Sony Ericsson Satio clica em 12 megapixels

Smartphone tira fotos impecáveis, mas fica devendo interface mais caprichada
Na medida para quem clica mais do que fala ou navega pela internet, o Sony Ericsson Satio impressiona por sua câmera com exagerados 12 megapixels e recursos de sobra – sem dúvidas, é a melhor que já passou pelo INFOLAB, entre as embutidas nos smartphones. Com touchscreen de 3,5 polegadas, o aparelho tinha tudo para ser fenomenal, mas escorrega na interface ultrapassada do Symbian, que até exige o uso da caneta stylus em alguns momentos. Limitação grave para um modelo de 1.899 reais.

Entre as ferramentas disponíveis para a câmera, estão o estabilizador de imagem, o detector de faces e sorrisos e o redutor de olhos vermelhos. Ainda existem opções para tirar múltiplas fotos, dando ao usuário a chance de escolher qual ficou melhor, e fazer um primeiro tratamento nas imagens, antes de mandá-las para Picasa e Blogger. Mas talvez o grande destaque seja o flash de xenônio, bastante equilibrado. A luz se espalha pelo ambiente de maneira uniforme, sem estourar num ponto específico. O foco automático também funciona de maneira surpreendente, mesmo quando o modo macro está ativado.

A tela grande é boa para enxergar o que você está fotografando e controlar os recursos da câmera por meio dos botões sensíveis ao toque. Mas ela tem vários pontos negativos: apresenta cores e nitidez abaixo da média, tem uma camada gro ssa de acrílico (passando a sensação de que seus dedos estão muito longe dos comandos) e, acima de tudo, é resistiva. Ou seja, para deslizar pelos ícones e áreas de trabalho, é preciso fazer cert a pressão contra o display ou usar a unha para ter mais precisão nos movimentos.

Symbian e touchscreen ainda não combinam

O sistema operacional do Sony Ericsson Sati o é o Symbian S60, o mesmo utilizado no Nokia 5800. A fabricante resolveu esquecer a velha interface UIQ de seus antigos aparelhos e fazer algumas alterações pontuais no Symbian original. Na página principal, por exemplo, o programa imita o Android – deslizando com o dedo para as laterais, você sai da página principal e acessa favoritos, contatos, galeria de imagens e uma área com atalhos para alguns serviços e configurações.

Se o software é o mesmo, o celular tem uma grande desvantagem em relação a aparelhos como o Nokia N97 – fica devendo widgets e opções de personalização para facilitar o acesso às principais funções. Todos os programas ficam escondidos nos menus em camadas. Para entrar num aplicativo, pode ser necessário clicar quatro ou cinco vezes, sem contar que o processo é bem menos intuitivo do que em aparelhos como o iPhone e os smartphones com Android.

O navegador não é fantástico para comandar co m os dedos, mas tem muitas funções interessantes. Tocando no botão esquerdo inferior, aparece uma lista de opções para adicionar marcadores, localizar uma palavra-chave na página e assinar RSS. Ao clicar neste último ícone, aparece uma lista com todos os feeds disponibilizados pelo site que você está visitando. Outra vantagem do browser é o suporte nativo a flash, que permite rodar inúmeros aplicativos desenvolvidos nessa plataforma.

A Sony Ericsson caprichou nas modificações leves feitas no player de música. As listas de artistas, álbuns e arquivos estão mais bonitas e espaçosas, facilitando o controle com o dedo. Arquivos de música e vídeo podem ser guardados no cartão microSD de 8 GB – Finalmente a empresa abandonou aquela ideia de cartão M2 e rendeu-se aos padrões do mercado. Porém, o mesmo não acontece com a conexão para fone de ouvido, ainda num formato proprietário, que também funciona como saída de vídeo.

Grandalhão e desengonçado

O design do Sony Ericsson Satio não desagrada, mas também está longe de encantar. Seu problema é ser grandalhão (mede 5,5 por 11,2 por 1,9 centímetros) e desengonçado. A responsável por essa sensação é a cobertura da lente. Ela desliza horizontalmente e deixa o aparelho mais com jeito de câmera do que de celular. O mesmo vale para a empunhadura. É mais confortável segurar o aparelho para clicar do que para falar ao telefone.

Se a fabricante fez isso de propósito ou não, é difícil saber, mas as laterais planas foram uma escolha feliz de quem desenhou o smartphone. Assim, ele consegue ficar apoiado sobre uma superfície na posição horizontal, caso o usuário deseje tirar uma foto sem tremedeira. Se o visual divide opiniões, a construção robusta é unanimidade, tanto pela carcaça, como pela firmeza dos botões.

Numa das laterais, ficam as teclas dedicadas à câmera. Uma serve para disparar o clique, outra abre a galeria de imagens, a terceira alterna entre gravação de vídeo e captura de foto e a última controla o zoom. Esses botões são melhores do que os virtuais encontrados na maioria dos celulares touchscreen. Do outro lado, fica um chaveador para bloquear e desbloquear o aparelho, o slot para cartão microSD e uma entrada proprietária. Por ela, é possível transferir arquivos, mandar conteúdo para a TV e carregar a bateria - que, em nossos testes, durou 428 minutos durante chamadas de voz.

A cobertura da tela com acrílico grosso passa a sensação de robustez, mas faz com que ela fique totalmente melecada com suas impressões digitais só de você pensar em tocá-la. O mesmo vale para todo o corpo do celular, com acabamento em preto brilhante. Na prateleira, ele é a coisa mais linda. Em suas mãos, parece estar sempre sujo.

Novo Google Docs é a estreia do G Drive?

Escritório do Google: Google Docs torna-se um disco virtual

O Google anunciou, hoje, que vai mudar as características de seu pacote de produtividade online e permitir que os usuários façam upload de qualquer tipo de arquivo.

Assim, será possível armazenar no Docs não só arquivos criados no serviço (como planilhas de texto e cálculos), mas músicas, vídeos, fotos e arquivos criados no Office, da Microsoft, ou em editores de HTML, imagens e vídeos de qualquer fabricante de software.

Na prática, o Google Docs passará a funcionar como um HD virtual em que o usuário pode gravar qualquer tipo de arquivo. “Ao invés de enviar os arquivos para seu gmail, como acontece atualmente, será agora possível subi-lo diretamente para seu diretório no Google Docs”, diz Vijay Bangaru, gerente do Google em blog do Google Docs.

Bangaru propõe ainda a substituição dos memory keys pelo uso do Docs. “Deixe de lado os dispositivos USB e armazene tudo o que precisa levar consigo na nuvem. Tudo o que você precisará é uma conexão à web”, anotou Bangaru.

O serviço permite uploads de arquivos de até 250 MB, porém limita o storage do usuário a 1 GB. Para arquivos de Word, por exemplo, há uma limitação maior: só é possível subir arquivos de até 500 Kb por vez. Para arquivos de PowerPoint e PDFs a limitação é o tamanho máximo de 10 MB por upload.

As restrições visam forçar o usuário a converter seus arquivos para os formatos de planilha de texto e apresentação do Google Docs, em detrimento das tecnologias desenvolvidas por rivais.

O pouco espaço inicialmente ofertado (1 GB) pode aumentar se o usuário concordar em pagar por mais espaço. O preço pelo gigabyte adicional é de 25 centavos de dólar por ano. Um storage de 11 GB (10 GB adicionais), por exemplo, custará ao usuário US$ 2,50 ou o equivalente a cerca de R$ 4,25 por ano.

O upload de qualquer tipo de arquivo ainda não está liberado. Segundo Bangaru a nova característica deve estrear para todos os usuários em “algumas semanas”.

Fonte: Info.Abril

Notebook Asus 3D arrepia nos games

Modelo G51J vem com par de óculos NVIDIA, que faz conteúdo saltar pela tela

Você também acha que a tecnologia 3D é a maior candidata a fenômeno de 2010? Então a Asus acaba de dar uma bola dentro com o lançamento do primeiro notebook disponível no Brasil capaz de exibir jogos e filmes em terceira dimensão. O modelo G51J vem com óculos da NVIDIA, tela com taxa de atualização de 120 Hz e placa de vídeo GeForce GTX 260M – o kit básico para quem deseja curtir o efeito do 3D Vision. Por 6.999 reais, o laptop ainda vem com processador Core i7, design legal e uma mochila.

Como funciona o esquema de mostrar objetos que saltam pela tela? O maior responsável pela simulação é o monitor de 120 Hz. Um emissor infravermelho captura as imagens e as divide em duas partes. Depois, envia o conteúdo diretamente para os óculos, que usam um processador para decodificá-las. Na prática, é como se 60 Hz fossem para cada um de nossos olhos. A junção das duas partes é o que dá a impressão de profundidade. Se quiser conhecer a tecnologia mais detalhadamente, veja o review do NVIDIA 3D Vision.Na jogatina promovida pelo INFOLAB esta semana, o notebook mandou muito bem com jogos em terceira dimensão. A experiência foi idêntica à que tivemos quando testamos os óculos num desktop poderoso, com um monitor Samsung de 22 polegadas. Mas é claro que o tamanho do display de 15,6 polegadas e a resolução máxima de 1.366 por 768 pixels limitam a diversão que os games mais novos podem proporcionar. Já é comum encontrar máquinas dessa categoria (e vendidas por esse preço) com telas full HD.

Bonito e confortável

O Asus G51J tem design arrojado, como todas as máquinas feitas para gamers, mas não chega a ser extravagante. Seu acabamento é na cor azul escura, com grafismos na tampa e o tradicional escudo da série “Republic of Gamers”. Na parte de dentro, ele é inteiramente preto, com as bordas da tela e as laterais do teclado em black piano. O display brilhante cai bem para um micro multimídia e, neste caso, não provoca reflexos excessivos, nem fica cheio de marcas de dedos. Uma coisa legal é o teclado iluminado, que facilita a leitura noturna.

O melhor do teclado é mesmo o conforto proporcionado pelos botões separados, no estilo dos MacBooks e cheio de atalhos. O computador também possui teclado numérico, mas sua presença não espreme nenhuma tecla importante. Na parte de cima, há uma área sensível ao toque com atalhos que servem para desabilitar o touchpad, escolher o perfil de gerenciamento de bateria, alterar a configuração da tela e abrir um programa de acesso rápido (com navegador, Skype, galeria de imagens e mensageiro instantâneo)

O touchpad não é tão grande quanto poderia, mas é bastante sensível. Já os botões, feitos de metal, são um pouco duros. A melhor parte, para quem passa horas digitando ou jogando, é a base emborrachada, que traz conforto para os pulsos. Não há reclamações quanto à construção, nem quanto à disposição de teclas e conexões. O único problema mesmo é o peso de 3,3 quilos que você precisa carregar nas costas (melhor deixar o laptop em casa, né?). As medidas dele são 38,5 por 26,5 por 4,6 centímetros.

Configuração de micro top

Para acompanhar o gás dos jogos mais recentes, o Asus G51J tem configuração avançada, com processador Core i7 720QM, de 1,6 GHz. A memória de 4 GB segue o padrão DDR3, de 1.066 MHz, e o disco rígido é de 320 GB. A placa de vídeo é uma GeForce GTX 260M, com 2.810 MB de memória dedicada. O conjunto roda Windows 7 Home Premium de 64 bits. O modelo também manda bem nas conexões, com quatro portas USB, uma HDMI, uma eSATA e uma mini FireWire. Pelo preço, o micro poderia vir com um leitor de Blu-ray, e não apenas com o gravador de DVD.

Pelas configurações e pelo tamanho do notebook, também esperávamos dele um som potente. Mas a máquina é uma verdadeira decepção nesse sentido. Seus alto-falantes Altec Lansing são fraquinhos e produzem áudio baixo, mas bem definido. Com ajuda da tecnologia EAX Advanced HD, que simula áudio em terceira dimensão, conseguimos melhorar um pouco esse desempenho. Outra coisa que merece reclamações é a duração da bateria: em nossos testes, ela aguentou apenas 54 minutos. Confira todos os testes, em comparação com os concorrentes, nos gráficos abaixo:

PCMark Vantage (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho geral

Asus G51J 3D
6.087

Dell Alienware M17x
4.933

Microboard Orion
4.543

Asus G70s
3.777



3DMark06 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho de vídeo

Asus G51J 3D
10.637

Dell Alienware M17x
10.199

Microboard Orion
8.936

Asus G70s
8.504



Duração da bateria com o Battery Eater (em minutos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Dell Alienware M17x
73

Asus G70s
64

Asus G51J 3D
54

Microboard Orion
44


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>> Confira reviews completos dos concorrentes citados:

- Asus G70s
- Dell Alienware M17x
- Microboard Orion

Fonte: Info.Abril

Tomada elétrica Rozetkus 3D

Art. Lebedev Studio é um atelier russo fundado em 1995 e liderado por Artemy Lebedev. É conhecido internacionalmente pela sua actividade na área do design gráfico, web e de produto. As suas propostas, muitas delas meramente conceptuais, destacam-se pela originalidade, funcionalidade e excelência tecnológica. A comprová-lo, eis que das suas pranchetas de desenho surge mais uma solução genial para um problema comum: ligar várias fichas eléctricas na mesma tomada. Chama-se Rozetkus 3D.

À primeira vista nada distingue este dispositivo de uma tomada eléctrica comum. Mas basta clicar nele como se fosse um botão para que saia da parede um bloco cúbico telescópico com uma tomada em cada uma das faces visíveis. Poderá então ligar aí os seus equipamentos com a máxima segurança. Para voltar a colocá-lo na posição inicial basta empurrá-lo para dentro até ouvir um clique. Simples, elegante e funcional.

Grace, bicicleta do futuro

O velocípede que a firma alemã Grace pretende comercializar não é, à primeira vista, uma bicicleta qualquer. É um produto de alta tecnologia construído artesanalmente em alumínio e fibra de carbono e que, além do mais, é motorizado. Não se trata de um conceito propriamente inovador mas a firma apresenta-o como sendo a primeira e-motorbike a poder circular legalmente em qualquer rua ou estrada. Por estes motivos, pretende cobrar por cada exemplar uma quantia exorbitante, que começa em 5877 euros (+IVA) para o modelo de base. Será que vale o preço? Vejamos.

Algumas características da Grace podem ser encontradas em outras bicicletas, como é o caso da estrutura ultra-leve em alumínio CNC e de alguns componentes em fibra de carbono. O que a diferencia das outras é um motor eléctrico de 1300 watts alimentado por um grupo de baterias de iões de lítio de 13 AH de última geração que lhe permitem deslocar-se a uma velocidade máxima de 45 Km/hora. Este é, de resto, o limite de velocidade nas cidades para este tipo de veículo.

Todos os dispositivos são controlados por um microprocessador integrado no bloco do guiador. Há pormenores verdadeiramente notáveis, há que reconhê-lo. Por exemplo, as diferentes versões dos motores (normal, corrida e montanha) ou os travões hidráulicos que accionam o farol de stop colocado na parte de trás do selim, tal como um automóvel.

Resta dizer que na Grace tudo é absolutamente personalizável: os motores, os equipamentos, as cores, etc., ou não fosse construída manualmente. A firma apenas vende os seus modelos por encomenda e reserva-se o direito de não revelar o número de exemplares que tenciona produzir na série "Edição Limitada". Um puro objecto de luxo.

WOS - a coluna para iPod mais potente do mundo


Se estão fartos de avisar os vossos amigos, filhos, sobrinhos e primos para baixarem a música porque estão a ficar surdos, acabaram de ganhar mais uma razão para se preocuparem. Já está no mercado a mais potente coluna iPod, feita pela Brothers. Wall Of Sound, a parede do som, parece um nome mais do que apropriado para a coluna iPod mais potente do mercado. Os 28 elementos e o tubo amplificador em vácuo permitem aumentar o volume sem afectar a qualidade da música, oferecendo um som quase assustador com 95dB de sensibilidade.

O gigante pesa 102 Kg e possui dimensões de respeito: 950mm x 1250mm x 300mm. Os 125 watts de energia e a resposta de frequência de 40 Hz a 20 000 kHz oferecem uma largura de banda até agora inexistente para a iPod. De furar o tímpano, já que o mote do novo gadjet é “ouvir música alto não é uma afirmação, é uma forma de vida”.

A primeira geração da WOS já está esgotada. Os interessados apenas poderão esperar pela segunda geração que, tal como a primeira, estará disponível pela módica quantia de US $4.495 dólares.

Governo flexibiliza produção de celulares com Tv


O governo federal flexibilizou a obrigatoriedade, pela indústria eletrônica nacional, de produzir celulares capazes de sintonizar os canais do sistema brasileiro de TV digital.

De acordo com a portaria interministerial 224, publicada na terça-feira, 29 de dezembro, os fabricantes estão dispensados de cumprir metas de produção de celulares com TV de 1.º janeiro de 2010 a 31 de dezembro de 2011.

Além disso, os fabricantes têm todo o ano de 2012 para atingir um porcentual de 3% de aparelhos com recepção de TV digital, mas já a partir de 2013 esse porcentual deverá ser de 5%.

Fonte: Olhar Digital

Nexus One custará US$ 530 desbloqueado


O Google deixou vazar na última terça-feira, 29, a possível página com as especificações de venda do Nexus One, primeiro smartphone da companhia.

O site americano Gizmodo.com teve acesso ao conteúdo, e lá mostra que o gadget desbloqueado custará aproximadamente US$ 530. Caso o usuário feche contrato com a operadora T-Mobile, o aparelho será vendido por US$ 180. Um preço bastante razoável tendo em vista outros players do mercado.

Pouco antes do Natal um vídeo de 5 minutos do aparelho caiu na rede, mostrando algumas de suas principais características. Quer conferir a apresentação? Então clique AQUI!

Fonte: Olhar Digital

Firefox 3.6 apenas no 2º trimestre de 2010


Se você estava aguardando as versões 3.6 e 4.0 do Firefox saírem ainda este ano, então pode parar de ter esperanças. A Fundação Mozilla anunciou que o lançamento da atualização 3.6 sairá apenas no segundo trimestre de 2010.

A espera será ainda maior pelo modelo 4.0, que estará disponível aos usuários somente no início de 2011, sendo que a versão de testes deverá aparecer em julho do próximo ano.

As melhorias devem privilegiar a estabilidade da aplicação, além de ajustes no desempenho e mais leveza – redução de aproximadamente 25% no tempo de inicialização na plataforma Windows.

Enquanto as novidades não chegam por definitivo, você pode baixar a versão de testes do Firefox 3.6. Basta clicar AQUI.
Fonte: Olhar Digital

Nova página de ajuda no Facebook


A rede social Facebook redesenhou sua central de ajuda. O objetivo é facilitar as buscas nos tópicos mais procurados pelos usuários. A nova interface conta com um filtro do lado esquerdo para navegar pelos diversos conteúdos disponíveis.

Outra novidade é que agora o usuário pode exibir páginas relacionadas de ajuda em diversos idiomas. Você também pode ajudar outros internautas, já que agora a Central de Ajuda conta com URLs únicas e diferentes para cada FAQs, que podem ser compartilhadas.

Ainda há a opção de você ver e responder as dúvidas de outros usuários para ajudá-los a navegar na rede social. Eai, já conheceu a nova central do Facebook?
Fonte: Olhar Digital

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