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Baixe 6 barras de ferramentas para o Windows

Com o Circle Dock dá para deixar o Windows com o visual acima

Se você não aguenta mais a simplicidade da barra de ferramentas do sistema operacional Windows pode tentar esse pacote de aplicativos.

Ele reúne cinco barras de ferramentas alternativas. Elas são gratuitas e oferecem um conjunto de opções de customização. Elas também podem ser usadas para deixar o Windows com um visual mais moderno.

RocktDock: equipada com atalhos para configurações e aplicativos, a barra de ferramentas RocketDock tem um visual moderno, que lembra muito a barra do sistema operacional da Apple. Mas se o internauta não gosta dos sistemas Apple, não precisa ficar preocupado: o programa oferece mais de 30 tipos de visual, que vão do estilo retrô ao minimalista.

Nexus: esse aplicativo cria uma barra de atalhos na área de trabalho do Windows com um visual bem moderno. Esta barra pode conter os ícones que o usuário desejar. Além disso, permite a criação de atalhos para programas, documentos e qualquer outro executável.

Circle Dock: aplicativo que desfaz o "quadradismo" da área de trabalho do Windows reordenando seus ícones de maneira orbital. O software permite que o internauta alcance os atalhos para seus aplicativos no Dock, a região circular ou elíptica acessível por meio de um botão na bandeja do sistema. Tão rápido quanto abrir é usá-lo, pois o programa funciona sem instalação.

Krento: é uma forma de acessar rapidamente aplicativos e sites usados com frequência. O programa funciona por meio do clique no scroll do mouse ou na “pulsar” (um ícone animado acima da bandeja do sistema); ou mesmo no ícone do Krento na bandeja. Ao todo, o Krento apresenta 12 bloquinhos, que ficam em torno de um eixo central. O software conta com um efeito 3D, ou seja, aumenta o bloquinho com o atalho quando o carrossel gira.

Slider Dock: programa que adiciona rapidez e estilo no acesso aos ícones da área de trabalho. Aberto pelo ícone na bandeja do sistema ou por teclas de atalho, o programa apresenta um círculo 3D customizável no qual se encontram os aplicativos que o usuário quer acessar.

Radian: quer um software que, além de organizar os atalhos, deixa o Windows com um visual totalmente diferente? Então baixe o Radian, um freeware que instala, no desktop do Windows, uma espécie de pizza com 24 espaços para atalhos.

Fonte: info

Omnia II, o smartphone imortal da Samsung

Bateria do aparelho tem duração extraordinária, mas poderia ser mais rápido

O smartphone Omnia II, da Samsung, tinha tudo para ser o aparelho dos sonhos de muita gente. Sua configuração é impecável, com processador de 800 MHz, pacote completo de conexões e uma fenomenal tela de Amoled com 3,7 polegadas. Por fora, um design belo e enxuto. Para completar, sua bateria marcou um dos melhores valores já testados pelo INFOLAB e dá para levá-lo por 799 reais num plano de 100 minutos da Vivo. Porém, o Windows Mobile 6.5 pode desagradar a alguns usuários pela lentidão e falta sensibilidade na tela resistiva.

Logo de cara, ao bater o olho no Omnia II, é fácil confundi-lo com o Samsung Jét. As carcaças são idênticas, com acabamento de primeira, um belo formato e apenas três teclas - duas de ligação e um cubo no centro. Nas laterais, há botões para travar e destravar o aparelho, atalho para a câmera e comando de volume. A diferença mais sensível é que o Omnia II é maior, com medidas de 6 por 11,8 por 1,2 centímetros e 117 gramas, mas dá para levá-lo no bolso sem problemas.

Mas o que mais chama atenção no celular é a tela. Além de exibir cores extremamente vivas e fiéis, graças a sua construção em Amoled, ela tem 3,7 polegadas e resolução de 480 por 800 pixels. Essa é exatamente a mesma configuração de tela do Nexus One, o badalado smartphone do Google. A escolha de uma tela resistiva não foi das melhores, mas mesmo assim ela tem razoável resposta ao toque. E rodando vídeos e exibindo imagens, o Omnia II é craque.

Sistema devagar freia o aparelho



Por dentro, o Omnia II também leva outro componente essencial do Samsung Jét. Seu processador de 800 MHz é um dos melhores da atualidade. A memória RAM do modelo tem 256 MB, valor comum nessa categoria. E ele conta com 8 GB de espaço interno, além de um cartão microSD de 1 GB acompanhar o pacote. Com essa configuração, era de se esperar muita velocidade e facilidade de uso. O que deu errado?

O aparelho traz o sistema operacional Windows Mobile 6.5 misturado com a interface TouchWiz 2.0, desenvolvida pela Samsung. A TouchWiz vem lotada de aplicativos e widgets. Isso diminui tanto a velocidade do celular que você esquece todos os números potentes da configuração. Com vários aplicativos abertos, a lentidão é sensível nas atividades mais comuns, como abrir o browser, escrever mensagens e utilizar o acelerômetro, por exemplo. Ao navegar entre as áreas de trabalho, é preciso esperar os ícones carregarem para acessá-los. A interface de cubo, ativada pelo botão central, também apresenta lentidão.

Problemas de velocidade à parte, o Omnia II tem um belo pacote de aplicativos, com o Office Mobile mais atual, que lê arquivos até do pacote Office 2007 e o Adobe Reader. Há também acesso à loja de aplicativos Windows Marketplace for Mobile, além de widgets para o YouTube, Facebook e Messenger. Vem, ainda, o aplicativo Midomi para reconhecimento de músicas e uma licença de um ano para o ótimo aplicativo de navegação Route 66.

Meio dia falando longe da tomada



Mesmo com um pacote de conexões impecável, com 3G, Wi-Fi, A-GPS e Bluetooth, e uma tela enorme cheia de cores, a bateria do Omnia II assusta de tão resistente. Foram 718 minutos, ou praticamente 12 horas em ligação, um dos melhores números já marcados no INFOLAB. Para se ter uma ideia, o último smartphone que quebrou a barreira dos 700 minutos nos testes do INFOLAB foi o HP iPAQ 510, no longínquo ano de 2007, que anotou 710 minutos.

Duração da bateria em ligação (em minutos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

Samsung Omnia II
718

LG GW620
536

Motorola Milestone
397



Na caixa do Omnia II, alguns periféricos acompanham o aparelho. Além de uma canetinha para acionamento da tela sensível ao toque, um fone de ouvido intra-auricular com controle de volume e uma capa protetora estão presentes. O preço do Omnia II desbloqueado é 1.599 reais, mas dá para levá-lo por 799 reais no plano Você 100 com pacote de dados de 250 MB, da Vivo, ou por 1.299 reais no plano 120 da Claro, sem pacote de dados.

Fonte: info

Na mão: O Nexus One está entre nós

Terráqueos, extraterrestres, jogadores de World of Warcraft e geeks de todo o universo querem saber: o Nexus One é realmente o smartphone do futuro? Tivemos a honra de recebê-lo no INFOLAB, com direito a rodinha de curiosos ao seu redor. E, em pouco tempo de contato, já dá para dizer que… Confira.

A beleza do Nexus One é realmente impressionante. Mesmo com as belas fotos do aparelho, virtualmente ele parece mais um smartphone da HTC com um design mais descoladinho. Porém, ao pegá-lo, é fácil sacar que o smartphone do Google é coisa fina. Seu formato arredondado com uma telona de 3,7 polegadas tem acabamento de primeira, além de ser fininho e caber no bolso de qualquer um.

Ligando o Nexus One e curtindo o X colorido que aparece, já é possível perceber a beleza das cores. Pudera, já que a tela de 3,7 polegadas tem 480 x 800 pixels de resolução e é construída em AMOLED. Tocando em sua superfície, a coisa só melhora. A resposta da tela sensível ao toque capacitiva é de primeira, captando todos os detalhes do menor movimento dos dedos. A versão que estamos testando no INFOLAB não tem ainda o recurso de multitoque, mas o Google já liberou uma atualização com o suporte.

Mas o que mais impressiona no Nexus One é sua velocidade. Abrir aplicativos, navegar na web, passear pelas áreas de trabalho, escrever, tudo é feito com uma resposta quase instantânea, efeito de seu processador Snapdragon, da Qualcomm, de 1 GHz. Assistir a vídeos no YouTube também é um caso à parte, juntando a beleza da tela com a rapidez do processador.

Depois de toda essa babação, você deve estar se perguntando: “então ele é realmente um superphone, como o Google diz?”. Nós acreditamos que criar uma nova categoria, com um nome pretensioso como esse, não é o ideal para o Nexus One. Ele não tem nada exatamente revolucionário, mas usa tudo que a tecnologia atual tem de melhor, desde o sistema operacional Android 2.1, passando pela tela de AMOLED e pelo processador.

A segunda pergunta que você deve estar querendo fazer é: “e ele agora é o celular a ser batido? Steve Jobs pode entrar em pânico?”. Pensando que o iPhone criou uma categoria de celulares e que o aparelho recebeu várias “homenagens” em outros modelos parecidos, podemos dizer que o Nexus One é o mais próximo, talvez até superior, smartphone a peitar o iPhone de frente. Mas isso apenas no que diz respeito ao hardware. Tudo depende de seu preço, qualidade de chamada, resposta ao uso diário etc. E alguns desses detalhes nós daremos apenas em um Review completo, né?

Confira então uma galeria de imagens do smartphone do Google:

O misterioso X do Nexus One

A parte de trás e sua câmera de 5 megapixels

Rodando o vídeo "Ninja's Unboxing", propaganda do aparelho

As curvas do Google Phone

O encontro de duas gerações: Nexus One lado a lado com seu avô, o HTC G1

E o encontro dos concorrentes, de forma amistosa


Fonte: Info

Filmadora de duas lentes grava 3D em 1080p

Temos aqui uma pista sobre qual pode ser o futuro da filmagem profissional e amadora. Se os filmes 3D chegaram para ficar, essa câmera dupla deve ser o modelo das que vêm por aí. Além de duas lentes, ela grava de 25 a 30 frames descomprimidos por segundo em 1080p.

Enquanto esse tipo de câmera não chega, funde-se a imagem de duas separadamente. A grande dificuldade é que a cada take, quando as câmeras são mudadas de lugar, é preciso recalcular a distância entre as duas lentes. A vantagem da A-cam3D é justamente que as lentes são grudadas, tornando a filmagem menos trabalhosa.

A fabricante sueca Ikonoskop ainda não deu nenhum pio sobre o preço ou o lançamento, mas sua A-cam dII, com apenas uma lente e que também grava em alta definição e RAW, custa 6 950 euros. Com o dobro de lentes, e provavelmente o dobro do espaço, será que ela custará também o dobro?

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Pacote atualiza o corretor do Word 2007

A Microsoft soltou para download o pacote que atualiza o corretor ortográfico do Office 2007. Ele deixa o corretor do Word, do Power Point e do Excel de acordo com as novas regras ortográficas da Língua Portuguesa.

O pacote é bem pequeno (tem cerca de 5 MB) e gratuito. O software, aliás, é simples de ser instalado: basta rodar o executável que, automaticamente, ele altera os corretores ortográficos do Word, PowerPoint e Excel.

Um detalhe importante: o pacote de atualização só pode ser instalado nos Windows XP e Vista atualizados com o Service Pack 2.

Feita a instalação, o corretor corrige as palavras de acordo com as novas normas ortográficas da Língua Portuguesa, que passaram a valer no começo de 2009.

Baixe o pacote de atualização do corretor do Office 2007

Fonte: info

BlackBerry Bold 9700 chega ao Brasil

A Research In Motion, mais conhecida como RIM, e mais conhecida ainda como a fabricante dos BlackBerries, anunciou em parceria com a Claro o lançamento de seu mais recente smartphone em território nacional. Trata-se do Bold 9700.

As especificações estão dentro do padrão de um bom smartphone atual, com GPS, Wi-Fi no padrão b/g e 3G. O único ponto mais fraquinho fica na câmera, de apenas 3,2 megapixels. A tela, de 2,4 polegadas, tem resolução de 480 por 360 pixels. Por fora, um teclado QWERTY já bem característico na linha BlackBerry e um trackpad sensível ao toque.

Na parte interna, o Bold 9700 tem processador de 624 MHz suporte para microSDs de até 16 GB. O preço do aparelho desbloqueado ainda é um mistério, mas seu valor no plano Claro 300 mais o plano BlackBerry ilimitado será 849 reais.


Fonte: info

Deixe o Windows 7 do seu jeito



Veja como personalizar o visual e o funcionamento da barra de tarefas da nova versão do sistema operacional


A barra de tarefas do Windows 7 está cheia de truques e muito mais flexível que suas antecessoras. Experimente alterar seu visual ao clicar sobre ela com o botão do mouse e escolher Propriedades. Se quiser reduzir o tamanho dos ícones, permitindo mais atalhos na barra, marque a opção Usar Ícones Pequenos. Juntando esse ajuste com o item Combinar Quando a Barra de Tarefas Cheia, na seção Botões da Barra de Tarefas, a barra fica semelhante à do Vista e do XP. Quem busca alterações mais profundas, pode experimentar o 7 Taskbar Tweaker. Ele permite, entre outras opções legais, personalizar a exibição das jump lists e desligar as amostras de janelas, que normalmente consomem memória e deixam o micro mais lento.



>> Troque dicas e esclareça dúvidas sobre Windows 7 no Fórum INFO.
>> Baixe programas para o Windows 7 no Downloads INFO.

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UTorrent 2


Avaliação

O uTorrent 2 é um pequeno aplicativo (tem menos de 400 quilobytes) para baixar arquivos de redes P2P. Ele é dono de uma interface intuitiva, recurso de RSS e a ferramenta de priorização de downloads. Além disso, é equipado com ferramentas que informam, por meio de gráficos, o desempenho dos downloads.

Na parte de ferramentas, o programa tem recursos que podem ajudar os internautas durante os downloads de arquivos P2P. Uma dessas ferramentas é oTransfer Cap. O recurso (que apresenta, num campo, o número total de downloads) permite ao usuário bloquear novos downloads de torrents após uma cota de MB ser atingida. A ferramenta é essencial para os internautas que não podem ultrapassar a franquia dos planos de banda de larga.

O programa de P2P ganhou, nessa versão, um protocolo próprio, o uTP (micro Transport Protocol). Segundo os desenvolvedores do programa, a tecnologia utiliza melhor a banda de internet, ou seja, faz downloads mais rápidos e sem atrapalhar a navegação.
Fabiano Candido
Descrição do fabricante

O uTorrent é um cliente BitTorrent. A maioria das características presentes em outros clientes BitTorrent estão em uTorrent, incluindo a ferramenta de priorização de banda, agendamento de download, RSS, entre outros recursos.

Downloads relacionados

Motorola anuncia mais um Android nos EUA

Continuando sua saga épica de amor e parceria com o Android, a Motorola anunciou nos EUA seu novo smartphone, o Motorola Devour. Com cara de mashup de dois aparelhos da marca, ele será vendido pela Verizon.

A mistura dos aparelhos é visível por dentro e por fora. Na parte externa, o Devour parece um filhote do Milestone, com teclado QWERTY deslizante de quatro linhas e tela sensível ao toque capacitiva com 3,1 polegadas. Mas dá pra ver claramente que o material utilizado não deve ser o mesmo do Milestone.

E, por dentro, dá para sacar que o Devour é filho do Milestone com o DEXT. A interface escolhida é o Motoblur, aquele Android repaginado para quem não larga as redes sociais. E para completar, a versão do sistema operacional que embarca o aparelho é a 1.6, e não a 2.0, como o Milestone, nem a 2.1, como o Nexus One.

Para completar, ele já conta com um cartão microSD de 8 GB. A Verizon não liberou ainda o preço do aparelho desbloqueado e deu apenas os valores dentro de seus planos mirabolantes. E, como era de se esperar, ele não tem previsão alguma de chegada ao Brasil.

Fonte: Info

Nexus One recebe atualização para multitoque

Depois de um mês da estreia de seu smartphone, o Google mostrou que está correndo para não ficar atrás da Apple. Preferências pessoais à parte, o Nexus One caiu no conceito de muita gente por dar as caras com tela sensível ao toque, mas sem recurso de multitoque. Mas como é melhor tarde do que nunca, uma atualização de software chegou para tentar resolver o problema.

O recurso por enquanto será usado para dar zoom no Google Maps, browser e galerias, e no futuro deve ser usado em games e aplicativos, como no iPhone. O enigma, no entanto, permanece: por que o Nexus já não veio das fábricas direto com multitoque?

Nenhuma voz oficial se pronunciou, mas os especuladores de plantão sugerem que pode ter sido por uma razão muito simples, as patentes. Segundo a blogosfera, a Apple teria patentes para multitoque, e o Google a princípio hesitou se valeria a pena ou não usar o recurso, mas resolveu arriscar.

E nessa jogada, Mountain View também aproveita para tentar resolver uma reclamação constante a respeito da rede 3G. Fóruns, blogs e sites estavam cheios de gente afirmando que a rede do Nexus não estava pegando em alguns lugares e deixando vários usuários na mão. O Google promete que a atualização de conectividade 3G vai dar um tapa na rede, o que, se der certo, deve inflar bastante o ego do smartphone.

O aviso oficial está no blog do Nexus One.

Fonte: Info

Qual é o melhor roteador para sua casa?


Roteadores tem características diferentes dependendo do tipo de uso

Um roteador não é exatamente o tipo de hardware que cause frisson nos usuários ou comova multidões. Ao contrário de um notebook ou um smartphone, a decisão de compra de um roteador costuma gerar menos reflexão por parte dos consumidores.

De fato, não há razões para dizer “uau, que roteador!”, ao cruzar com um deles numa loja. Mas a escolha adequada desse dispositivo influencia decisivamente o desempenho de algo que nos é muito caro (em todos os sentidos): a estabilidade e velocidade de navegação na internet.

Nos últimos meses, passaram pelo INFOLAB produtos da Edimax, Linksys e D-link, todos com perfis bem diferentes. O mais bonito (e também o mais caro, pois custa R$ 399) é o Linksys WRT 160 N, que suporta padrão 802.11 n.

Veja o review completo dos três produtos:

Roteador 3-em-1 Edimax compartilha o 3G
Roteador n D-Link tem preço de g
Roteador Linksys, Wi-Fi firme como rocha

Com duas antenas internas, o modelo da Linksys foi o que apresentou melhor velocidade de tráfego de dados – especialmente quando o computador está longe do roteador ou em ambientes com várias paredes.

Nos testes, o Linksys WRT160N mostrou boa velocidade a curta distância, trabalhando a 41 Mbps. Com quatro medições num raio de até 15 metros, a média ficou em 33 Mbps. Quando o micro estava afastado da antena, a velocidade caiu para 28 Mbps, em média. A 15 metros de distância, a intensidade do sinal ficou em 77%.
Já o dispositivo da D-Link, o modelos DIR 600, apresentou velocidade a curta distância de 42 Mbps. A média de quatro medições, num raio de até 15 metros, ficou em 27,9 Mbps. O sinal, porém, não foi dos mais fortes, apesar de não engasgar em momento algum. Quando o micro estava afastado da antena, a velocidade caiu para 28 Mbps, em média.

Em termos de velocidade, portanto, o desempenho dos roteadores foi bem similar. O modelo da D-Link, porém, é bem mais barato (R$ 189), ainda que conte com um design quadradão.

Na prática, o roteador D-Link é uma versão eficaz para quem mora num apartamento pequeno e não usará a conexão muito afastado do roteador ou separado por muitas paredes. O modelo da Lynksys, por outro lado, vale o investimento para quem mora em uma casa maior e não quer sofrer com instabilidades causadas por distância ou excesso de barreiras físicas entre o PC e o roteador.

A terceira opção, o modelo 3G-6200Wg, da Edimax, tem preço intermediário (R$ 293) e uma vantagem que seus competidores não têm: é multifuncional. O dispositivo pode funcionar com um modem 3G acoplado a ele ou, ainda, como servidor de impressão.

Mesmo utilizando o padrão 802.11g para o Wi-Fi, o modelo 3em1 atingiu velocidade média de 25,1 Mbps, com picos de 28,1 Mbps (números referentes ao TCP Throughput, medido pelo programa Ixia Qcheck). A intensidade do sinal ficou em 75%, num ambiente doméstico, à distância máxima de 15 metros. A qualidade da transferência foi boa e não engasgou em momento algum. Já no teste com 3G, o roteador pecou pela falta de velocidade, levando alguns segundos para se conectar.

Nas notas do INFOLAB, o equipamento mais caro saiu-se melhor. O produto da Linksys WRT 160 N obteve nota 7,9 no quesito custo/benefício. O roteador da D-Link ficou em empate técnico: 7,8 e o produto da Edimax obteve 7.1.

Pelas características similares, o que pesa na decisão de comprar é o tipo de uso que você pretende dar a seu roteador.

Fonte: Info

Positivo Platinum quer ser MacBook com 3G

Notebook fininho tem só 2,5 cm de espessura, mas fica devendo desempenho

O notebook Positivo Platinum faz bonito no design e vem pronto para navegar em alta velocidade nas redes 3G. Só não espere desse portátil de 1,7 quilo um desempenho arrasador. Nem seria justo, já que ele segue a receita dos laptops fininhos com telas de 13,3 polegadas, abrindo mão de uma configuração mais robusta em favor da leveza e um menor consumo de energia. Com um teclado confortável e apenas 2,5 centímetros de espessura, o Platinum quer tanto ser um MacBook Air que até no preço ele extrapolou um bocado. Está nas lojas por salgados 3.799 reais.

O teclado, parcialmente no padrão ABNT2, possui as teclas bem espaçadas e macias, assim como nos famosos laptops da Apple. O touchpad, mesmo sendo multitoque, não agradou muito o pessoal aqui do INFOLAB. A sensibilidade não é das melhores e os botões são meio duros. No áudio, a potência dos alto-falantes é baixa, porém a qualidade de som é boa. Os graves não têm presença marcante.

Os pontos ganhos pelo Platinum pela elegância, não são suficientes para amenizar totalmente alguns inconvenientes. Ele possui apenas uma porta USB. Para contar com mais conectores é necessário usar um adaptador, que já vem junto com o portátil. O adaptador traz mais duas portas USB extras, além da conexão para rede Gigabit Ethernet. Para compensar, o laptop vem com leitor biométrico e Wi-Fi no padrão 802.11n. Além disso, existem atalhos para ligar/desligar o Bluetooth, o Wi-Fi, a conexão 3G e a câmera embutida de 1,3 megapixel.

Desempenho fraco



Com um processador Intel Core 2 Solo U3500 de 1,4 GHz, 3 GB de memória RAM DDR2 e disco rígido de apenas 120 GB, não dá para exigir um desempenho fenomenal dessa máquina. Mas ela é ideal para quem não quer carregar muito peso na mochila e utiliza bastante no dia-a-dia aplicativos de escritório.

Nos benchmarks, esse modelo obteve resultados melhores que seus concorrentes, mas nada muito empolgante. Equipado com Windows 7 Home Premium de 32 bits e Índice de Experiência de 3,3, esse notebook marcou 1.543 pontos no PCMark Vantage, que mede o desempenho geral da máquina. No 3DMark06, anotou 738 pontos. Já sua bateria mandou muito bem e aguentou firme por 106 minutos sob trabalho intenso, rodando o programa Battery Eater 05. Confira nos gráficos abaixo como o Positivo Platinum se saiu frente a seus adversários:

PCMark Vantage (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho geral

Positivo Platinum
1.543

HP Pavilion dv2-1110br
1.460

MSI X340
1.403



3DMark06 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho de vídeo

Positivo Platinum
738

MSI X340
374

HP Pavilion dv2-1110br
299



Duração da bateria com o Battery Eater (em minutos)
Barras maiores indicam melhor desempenho

HP Pavilion dv2-1110br
115

Positivo Platinum
106

MSI X340
81




Fonte: info

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